O aclamado cineasta Guy Ritchie engloba o seu estilo dinâmico e incomum à fantasia, à acção e aventura presentes no filme o “Rei Artur: A Lenda da Espada”. Durante esta semana não resisti e fui ver o filme.

O filme é uma visão clássica do mito de Excalibur, que mostra a viagem de Arthur (Charlie Hunnam) até ao trono. Quando o pai de Artur é assassinado, Vortigern (Jude Law), o tio de Arthur, apodera-se da coroa.

Privado do seu direito de berço e sem saber quem é, Arthur acaba por crescer nas ruas e vielas da cidade. Mas no momento em que ele retira com sucesso a mítica espada da pedra, a sua vida sofre uma reviravolta e ele vê-se forçado a honrar o seu legado.

   

Sobre o filme de Guy Ritchie

"Rei Artur: A Lenda da Espada" de Guy Ritchie
“Rei Artur: A Lenda da Espada” de Guy Ritchie

O novo filme de Guy Ritchie não segue a típica história, pausada e detalhada do Rei Arthur a que nos habituaram a ver. Se és fã de gaming, e se tens algum interesse pela história “Rei Artur: A Lenda da Espada” que envolve a época medieval com algumas pitadas de humor e magia à mistura, então este é o filme ideal para ti.

Guy Ritchie utiliza as suas conhecidas técnicas de montagem, e produz cenas pouco lineares e takes muito agitados. O que ajudam a construir o clima da história com alguma originalidade, acção e humor, mas que consequentemente também podem transparecer algumas incoerências no filme. Portanto, é assim uma faca de dois gumes.

É um filme de acção que tem muitos efeitos visuais e elementos característicos dos jogos medievais com o intuito de entreter o espectador ao longo da história, de alguma forma para nos distrairmos do enredo que se revela comprido e fraco mas bem enfeitado. E não nos podemos esquecer da presença e da actuação do David Beckham.

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A realização destaca-se pelo seu ritmo acelerado, por isso não temos muito tempo para pensarmos no que estamos a ver, e a transição para os outros takes é muito rápida e por vezes, bruta. Como consequência, só conseguimos conhecer Arthur muito superficialmente, e este problema prolonga-se também às outras personagens do filme como o Vortigen. Alguém sabe o que o motivou a matar o pai de Arthur? para além de querer o trono?

A banda sonora também segue a mesma ideologia do filme, por isso as músicas são bem agitadas e influenciam os movimentos e as falas entre as personagens. No entanto, o filme é viciante!!, uma das razões que me levam a querer vê-lo outra vez, para além de querer todas as músicas do filme.

No entanto, o inicio parece desfasado do resto do filme. Deparamo-nos com uma cena que já em si tem muita informação para reter, com takes muito rápidos, o que revela ser bastante irritante para quem gosta de entender e analisar tudo. Por outras palavras, é preciso estar com muito atenção.

O filme de Guy Ritchie não segue a história original do Rei Arthur, mas isso não foi o suficiente para me impedir de vê-lo, e pela minha surpresa revelou-se ser um bom filme. É extremamente viciante !! por isso recomento !

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