Recebeste um SMS da GNR para pagar uma multa em atraso? É burla!

Pedro Alves
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As tentativas de burla por SMS continuam à solta em Portugal e a mais recente tentativa envolve o nome da GNR, uma suposta coima de trânsito e uma ameaça.

De acordo com um comunicado da Guarda Nacional Republicana, está a circular uma mensagem de telemóvel fraudulenta, em nome da GNR, a informa o utilizador que a sua viatura está em risco de ser apreendida, caso não pague uma coima de trânsito em atraso.

Como seria de esperar, para evitar essa apreensão a mensagem inclui dados com uma entidade, referência e valor para pagamento, que chega aos 480 euros, pelo menos na imagem a que o tivemos acesso a partir da página de Facebook da GNR.

Nova burla por SMS usa o nome da GNR e ameaça apreensão de veículos

Multas não chegam por SMS

A mensagem publicada pela da GNR no seu site é clara: “Importa esclarecer que esta mensagem é “FALSA” e pressupõe uma tentativa de burla, pois a GNR não envia mensagens de telemóvel para efetuar pagamentos, pelo que se receber esta SMS deverá denunciar e informar de imediato as Autoridades Policiais.”

Além desta informação, a GNR reforça também quais os comportamentos mais adequados que os utilizadores deverão ter sempre que recebam mensagens do género:

“• Não aceite métodos de pagamento que desconhece nem siga instruções de estranhos;

• Informe-se primeiro sobre qualquer serviço novo de pagamento junto do seu banco;

• Nunca adicione/associe um número de telemóvel que não seja o seu ou que desconhece a serviços bancários;

• Não forneça dados confidenciais ou pessoais via correio eletrónico ou SMS;

• Não siga ligações recebidas via correio eletrónico ou SMS;

• Verifique o extrato da sua conta bancária com regularidade.”

O comunicado da GNR indica ainda que, em caso de burla, a vítima deverá fazer queixa no posto policial da área de residência, ou usando a plataforma de queixas eletrónicas do Ministério da Administração Interna.

Pedro Alves
À paixão da escrita juntou a da Tecnologia e fez disso profissão durante duas décadas.