
O mercado nacional de veículos elétricos acaba de receber uma aposta de peso para a mobilidade citadina com a chegada oficial do aguardado Geely E2. O modelo compacto da gigante automóvel chinesa entra em Portugal pelas mãos da Salvador Caetano Auto. Fomos conhecê-lo a convite da marca.
Posiciona-se-se diretamente numa faixa de preços altamente competitiva com um valor de entrada de 21 900 euros com impostos incluídos (ou 17 800 euros mais IVA para empresas). Vem para competir com rivais como o Dacia Spring, Renault Twingo ou Citroen e-C3.
Com 4,13 metros de comprimento e um raio de viragem curto de 4,95 metros, o modelo foi pensado para a agilidade no trânsito diário e estacionamentos apertados, tudo isto com a lotação homologada para cinco ocupantes.

Um dos seus grandes trunfos de arrumação está na oferta de duas bagageiras: um compartimento traseiro com 375 litros (que cresce até aos 1320 litros com os bancos rebatidos) e uma bagageira dianteira sob o capô (frunk) de 70 litros. É ideal para guardar cabos de carregamento sem roubar espaço aos passageiros.
A estrutura mecânica recorre à tração traseira em todas as configurações, com suspensão dianteira MacPherson e arquitetura multibraços no eixo traseiro.
3 versões do Geely E2
A gama divide-se em três níveis de equipamento e duas motorizações:
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E2 PRO: versão de acesso equipada com motor elétrico de 60 kW (82 cv) e 150 Nm de binário, alimentado por uma bateria LFP de 35,35 kWh; alcança 252 km de autonomia combinada WLTP e até 368 km em ciclo urbano;
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E2 MAX: motor elétrico mais potente com 85 kW (116 cv) e 150 Nm de binário, acompanhado por uma bateria LFP de 47,14 kWh; entrega 345 km de autonomia mista e até 497 km em ambiente urbano;
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E2 ULTRA: mantém a motorização de 116 cv e a bateria de 47 kWh da versão MAX. Reforça o equipamento com jantes de liga leve de 16 polegadas, pintura bicolor, portão traseiro elétrico, bancos aquecidos, câmara panorâmica de 540 graus e carregador por indução

No campo dos carregamentos, a versão PRO suporta picos em corrente contínua (DC) de até 60 kW, enquanto as variantes MAX e ULTRA aceitam potências até 80 kW. Ambas as baterias necessitam de apenas 26 minutos para passar dos 10% aos 80% de capacidade num posto rápido.
Em corrente alternada (AC), o limite situa-se nos 6,6 kW. Integram ainda a tecnologia bidirecional Vehicle-to-Load (V2L) para alimentar aparelhos elétricos externos através da porta de carga. A velocidade máxima em toda a gama está limitada eletronicamente a 130 km/h.
O ambiente interior destaca-se pela modernidade tecnológica ao integrar o sistema FLYME AUTO num ecrã central tátil de 14,6 polegadas, acompanhado por um painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas com suporte para Apple CarPlay e Android Auto.
A segurança foi outro ponto reforçado pela marca, incorporando de série 24 sistemas de assistência à condução (ADAS), sete airbags (incluindo airbag central dianteiro) e ar condicionado automático com filtro N95.
Garantia de 8 anos para a bateria e preço chave na mão de 21 900 €
A proposta comercial no mercado português inclui cinco anos de manutenção programada ou 75 000 km, com uma garantia de oito anos ou 200 000 km tanto para o veículo como para a bateria de tração. O valor de entrada valor de entrada cifra-se nos já referidos 21 900 euros com impostos incluídos (ou 17 800 euros mais IVA para empresas)