iPhone 13 Pro Max tem segredo que a Apple não te contou

Bruno Coelho
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O iPhone 13 Pro Max é a nova coqueluche da Apple no que diz respeito a smartphones. Promete ser um dos equipamentos do ano, tendo o melhor ecrã do mercado segundo a DisplayMate, e a melhor autonomia de um smartphone premium, segundo os primeiros testes.

No seu site oficial, aquilo que a Apple dá a entender é que o iPhone 13 Pro Max mantém a velocidade máxima de carregamento de 20W. Mas um teste do canal de YouTube ChargerLAB revela haver algo que a fabricante norte-americana não te contou.

iPhone 13 Pro Max consegue chegar aos 27W de velocidade de carregamento

Tal como podes ver no vídeo abaixo, quando o smartphone é carregado por um transformador de 30W ou superior, consegue uma velocidade de carregamento de até 27W. Recorde-se que o seu antecessor ficava-se pelos 22W de pico, estabilizando nos referidos 20W.

Como seria de esperar, o iPhone 13 Pro Max não mantém esta velocidade de carregamento durante todo o processo, para evitar sobreaquecimentos. O que significa que o terminal consegue carregar um pouco mais rápido que o seu irmão lançado no ano passado.

Como é sabido, nenhum dos novos iPhone 13 traz carregador na caixa. O que significa que quem tiver um carregador de 20W não estará a tirar total proveito da velocidade de carregamento deste aparelho.

A Apple vende inclusivamente um adaptador de corrente USB-C de 30W. Mas o preço de 55 € em Portugal é irrisório, tendo em conta as opções de terceiros disponíveis no mercado a melhores preços. E para quem carrega o equipamento normalmente durante a noite, não sentirá diferenças.

Uma coisa é certa: a velocidade de carregamento ainda não é uma das prioridades da Apple. Por esta altura, o carregamento a 50W ou 65W vai-se tornando um padrão entre as concorrentes. E a Xiaomi já vende na Europa dois smartphones com carregamento a 120W.

Quanto ao iPhone 13 Pro Max, custa a partir de 1279 € no nosso país.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.