
Quando a DIGI começou a fazer testes em Portugal, fui um dos que testou a sua rede móvel. Mas isso foi há cerca de dois anos e a operadora tinha ainda um serviço móvel bastante embrionário. Por isso, quando a operadora se lançou oficialmente no nosso país, apenas aderi à net fixa.
Sou cliente deste serviço há um ano e meio e bastante satisfeito. Achei, por isso, que estava na hora de dar uma segunda oportunidade à operadora na rede móvel. Esta melhorou substancialmente durante estes dois anos e já funciona em locais que para mim eram críticos, como o Metro de Lisboa.
Passei pela Amigo, pela WOO e mais recente pela UZO, mas o objetivo era mesmo regressar à DIGI para dar força a uma operadora que, quer queiramos, quer não, fez com que o nosso mercado mexesse bastante em termos de preços e serviços.
Processo de portabilidade não foi fácil, mas está concluído
O processo de portabilidade não foi nada fácil até receber o cartão. A partir daí, passado uns dias recebi uma mensagem com a data e hora da portabilidade e esta aconteceu sem sobressaltos. Fiquei sem rede no cartão da UZO, coloquei o cartão da DIGI e este começou imediatamente a funcionar sem problemas.
Foi bom ver que já passámos a fase de ter de andar a configurar APNs como no início. É colocar no telemóvel e imediatamente conseguimos começar a fazer chamadas, enviar SMS e usar os dados móveis ilimitados.
As velocidades de download melhoraram bastante
Quanto às velocidades, nas lowcost estava limitado 150 Mbps de download e 50 Mbps de upload. Aqui, os primeiros testes estão a dar entre 450-550 Mbps de download dentro de casa e 650-700 na rua. Isto tendo em conta que vivo nos arredores de Lisboa. Dentro de casa, upload anda entre os 40-50 Mbps e fora de casa nos 70-75 Mbps.
Agora que está passada a fase da portabilidade, vamos ver como o serviço se porta. Estou curioso para o usar no metro, em alguns centros comerciais e em roaming, onde será colocado à prova numa viagem ainda este mês. Voltarei a este espaço com atualizações.
