Foi há um mês e meio que "War Machine" ["Máquina Bélica"] deu muito que falar na Netflix. Tudo porque a longa-metragem realizada por Patrick Hughes somou mais de 39 milhões de visualizações nos três primeiros dias sendo destacadamente o maior hit do ano.
Porém, há um novo thriller que praticamente igualou estes registos. Estamos a falar de "Apex" ["Predador Dominante"], uma obra que estreou a 24 de abril e que nas primeiras 72 horas soma 38.2 milhões de views, como detalha a própria Netflix.
Baltasar Kormákur, responsável por "Everest" e "Adrift", é o realizador, sendo que Charlize Theron e Taron Egerton são os dois nomes em destaque do filme.
Qual o enredo?
Sasha é uma alpinista que atravessa um período de luto profundo. À procura de silêncio e de paz interior, decide partir sozinha para as montanhas selvagens da Austrália, especificamente para as paisagens rurais e isoladas de Nova Gales do Sul.
O que começa como uma fuga solitária transforma-se rapidamente num pesadelo. Ben, um assassino em série com uma habilidade de caça fora do comum e uma frieza perturbadora, decide transformar a presença de Sasha numa caçada humana brutal e sem regras. Para ele, é um jogo. Para ela, é uma questão de sobrevivência.
A partir desse momento, o filme transforma-se num duelo intenso entre os dois, num território inóspito onde a natureza é tão perigosa quanto o homem que a persegue.
Sasha tem de usar tudo o que tem, a sua resistência física, a sua experiência como alpinista e a sua força mental, para se manter viva e tentar inverter a situação a seu favor.
A caçada começa com Ben no controlo, mas até onde consegue Sasha chegar quando percebe que a única forma de sobreviver é deixar de fugir e começar a lutar?
O que diz a crítica?
No Rotten Tomatoes, segue com 65% de aprovação da crítica. O público pontuou o filme mais abaixo, com apenas 51% de aprovação.
"É uma aventura prazerosa e algo culposa, mas que acaba por ser prejudicada pela própria crise de elenco", lamenta o The Times.
"Não te vais lembrar do filme muito tempo depois dos créditos finais, mas é uma viagem agradável a uma época em que o cinema de entretenimento tinha, por vezes, um aspeto, um som e uma sensação tão bons, embora numa escala muito maior", sublinha a Variety.
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