Foi há um ano e meio que a DIGI entrou no mercado português e provocou um autêntico 'tsunami'. A operadora romena sacudiu um mercado que estava há demasiado tempo acomodado, forçando descidas de preços que beneficiaram milhões de consumidores, seja diretamente ou indiretamente (renegociação em baixa com as respetivas operadoras).
Mas a verdade é que o arranque ficou longe de ser perfeito. A cobertura de rede móvel era claramente insuficiente e a fibra ótica continuava muito atrás das grandes operadoras. Porém, em 2026, o cenário é bastante diferente.
A DIGI tem investido de forma consistente e intensa na expansão e modernização da sua infraestrutura de rede móvel em Portugal e os resultados estão à vista. Semana após semana vão sendo implementas melhorias reais, significativas e que são mensuráveis.
Novidades na rede móvel
No seu perfil de Linkedin, Ricardo Saraiva, um técnico de redes que realiza testes regulares à rede móvel da DIGI, tem documentado esta evolução de forma sistemática. Os dados que partilha mostram uma cobertura crescente em locais que eram pontos cegos até há poucos dias/semanas.
Um dos avanços mais relevantes é a chegada da cobertura DIGI ao metro de Lisboa, uma das lacunas mais sentidas pelos utilizadores que aderiram à operadora.
A par disso, a presença nos grandes centros comerciais portugueses está a consolidar-se, com cobertura já confirmada em espaços como o Vasco da Gama, o Colombo e o Strada Outlet em Odivelas. Ainda assim, continua com uma cobertura com falhas no Loures Shopping, por exemplo.
Para além do alargamento geográfico da cobertura, a DIGI está também a incorporar novas frequências e novas tecnologias nas suas redes 4G e 5G, o que se traduz em maior velocidade de dados e, principalmente, em maior estabilidade da ligação em situações de uso intenso.
