Apple Watch conseguiu ser mais preciso que um eletrocardiograma. Sabe os detalhes

António Guimarães
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Conforme avançou o European Heart Journal, um Apple Watch salvou a vida de uma utilizadora alemã de 80 anos, graças à função de eletrocardiograma. Tudo começou quando a cidadã sénior foi ao hospital queixando-se de tonturas, dores no peito e batimentos irregulares.

Quando no hospital, foi feito um eletrocradiograma e análises de sangue à paciente. Ambos os testes não revelaram anomalias. No entanto, a paciente mostrou as leituras feitas pelo seu Apple Watch e a função ECG. Os resultados foram bem diferentes.

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De acordo com os resultados lidos pelo Apple Watch, a paciente mostrava sinais de isquemia coronária severa. A isquemia é a falta de fornecimento sanguíneo para um tecido orgânico devido à obstrução causada por um coágulo sanguíneo.

Assim que informados, os médicos procederam a exames mais aprofundados, confirmaram o problema e trataram o coração da paciente. A cidadã alemã recebeu alta 2 dias depois, ficando numa melhor condição de saúde.

Mais uma vida salva pelo Apple Watch

O Apple Watch e as suas funções de saúde tem sido alvo de várias histórias pelo mundo. Seja pelo sistema de SOS em pessoas que sofrem quedas ou pela função de eletrocardiograma, o Apple Watch tem revelado ser um acessórios importante na monitorização de saúde.

De futuro, é sabido que a Apple planeia implementar mais tecnologias nos seus relógios. Estas incluem um medidor de níveis de oxigénio no sangue e até mesmo um teste para glucose no sangue, para utilizadores diabéticos. É rumorejado que algumas destas venham a ser incluídas no futuro Apple Watch Series 6, o smartwatch próximo da empresa.

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António Guimarães
António Guimarães
Juntamente com os seus atuais companheiros Mi A2 e Surface Go, batalha para elucidar as massas sobre todos os acontecimentos da esfera tecnológica. "Informação é poder" é a frase que o acompanha diariamente. Talvez um dia a coloque numa t-shirt.