Xiaomi revela quais os seus grandes desafios para o futuro

Bruno Coelho
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Em entrevista ao site chinês MyDrivers o CEO da Xiaomi, Lei Jun, falou sobre o passado, o presente e o futuro da Xiaomi. No ano em que a fabricante chinesa celebra 10 anos de vida, cada vez existe uma maior aposta em pesquisa e desenvolvimento.

Para Lei Jun, a Xiaomi foca-se em inovação, qualidade e entrega. Como forma de se justificar, revela que em 2019 foram investidos cerca de 9.5 mil milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento. Em 2020 o objetivo é chegar aos 12.6 mil milhões.

Lei Jun, CEO da Xiaomi
Lei Jun, CEO da Xiaomi

Problemas de stock são coisa do passado na Xiaomi

"Passaram nove anos desde que começamos a fazer smartphones. Quanto à Xiaomi, a primeira coisa que todas as pessoas pensam é em custo-benefício. Contudo, já tivemos de lidar com várias críticas por falta de ‘stock’, o que é coisa do passado.”, revela o executivo.

Tal como é afirmado, a Xiaomi viu um grande crescimento na sua cadeia de produção e distribuição. “Costumávamos ter produtos fora de ‘stock’ por muito tempo. A procura costuma de ser muito alta, inicialmente. No entanto, a nossa oferta estava a ser insuficiente”.

Essas arestas foram limadas, a Lei Jun afirma que stock deixou de ser um problema na Xiaomi. O executivo afirma que a capacidade de entregas da empresa consegue atualmente atingir os 15 milhões de unidades mensais.

Este é um crescimento salutar de uma empresa que cada vez mais cimenta a sua posição internacional. Este foi o ano em que a Xiaomi deu um grande passo na qualidade dos seus smartphones de topo, e espera-se que assim continue a progredir.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Football Manager e o cinema são dois dos seus escapes, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.