Xiaomi acusada de recolher dados ilegalmente na China

Bruno Coelho
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A Xiaomi está debaixo de fogo pelas autoridades reguladoras chinesas. É empresa é acusada de ter recolhido dados de forma ilegal, segundo avança o site Fossybites.

A acusação estende-se também a outra empresa chinesa – a Tencent. O Ministério da Indústria, Informação e Tecnologia (MIIT) do país compilou uma lista de 41 aplicações que terão violado as leis nacionais de recolha e revenda de dados pessoais.

Passando pela lista encontram-se aplicações como a Xiaomi Finance, ou a app de mensagens QQ e Leitura QQ da Tencent. Além disso, também estão 'metidos ao barulho' agregadores de notícias como o Sohu News, e serviços de entregas, como a FlashEX.

Os reguladores chineses já estarão a dobrar os seus esforços para combater as aplicações que não respeitam a privacidade dos utilizadores. O grande alvo são apps com um maior volume de downloads.

Desde o começo desta prática, na China, já mais 8 mil aplicações reconheceram as suas práticas e prometeram mudar. Estas 41 aplicações permanecem problemáticas, já que continuam a recolher os dados de forma ilegal.

Apps visadas pedem permissões de forma bastante frequente

Os grandes problemas associados a estas apps prendem-se com o facto de pedirem permissões de forma bastante frequente. Além disso, são acusados de complicar a vida de quem pretenda desativar uma subscrição.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Colabora com a 4gnews desde 2017, e faz parte da redação desde 2019. Come especificações ao pequeno-almoço. brunocoelho@4gnews.pt