"Televisões" transparentes começam a chegar aos comboios e metros

Filipe Alves
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Aos poucos aproximamo-nos daquele futuro que foi desenhado por filmes de ficção-cientifica nos anos 2000. Os ecrãs (ou televisões) transparentes, parece algo tirado o "Minority Report" e que agora começa a ser implementado no nosso mundo.

Aliás, ainda há pouco a Xiaomi revelou-nos uma televisão totalmente transparente. Inicialmente não vemos muitas vantagens neste tipo de gadget, contudo, basta pensar um pouco mais para percebermos a sua utilidade.

Ecrã transparente da LG chega aos comboios na China

Ecrã televisões transparentes

As primeiras cidades que se gabarão de ter ecrãs transparentes nos seus comboios será Pequim e Shenzhen. O objetivo é que estes ecrãs sejam dispostos nos locais das janelas e mostrem informações importantes sobre a viagem. Além de termos as paragens do comboio, os passageiros terão informações como tempo, notícias ou até informações de voos.

O painel de 55" polegadas será perfeito para este cenário informativo. Não só a televisão é grande como as informações serão mais visíveis que os típicos autocolantes que temos nos nossos comboios.

O futuro dos ecrãs transparentes

A LG acredita que estes ecrãs OLED transparentes serão parte do nosso futuro. Não só nos comboios como em carros autónomos, aviões, em casas inteligentes ou até em escritórios inteligentes.

Verdade seja dita, não me importava de ter uma paisagem interativa. Algo que pudesse ver televisão e quando a desligasse fosse uma autêntica janela para a rua.

As possibilidades são inúmeras e este é o início de algo novo. Mais uma vez, a China é vanguardista tecnológica. Ainda que a LG seja sul-coreana, os chineses são aqueles que mais querem viver no futuro. Exemplo disso é o formato de pagamento a dinheiro que está praticamente esquecido num país de mil milhões de habitantes.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.