Patente do futuro Motorola Razr 2: o telemóvel do futuro ficará ainda melhor!

Filipe Alves
1 comentário

O Motorola Razr foi revelado oficialmente e a Motorola voltou a dar que falar. Porém, a mais recente patente de um possível Motorola Razr 2 faz-nos sonhar ainda mais alto.

O Motorola Razr conquistou-nos no passado e no presente pela sua ideologia de concha. O smartphone revelado há umas semanas deu-nos ainda um ecrã dobrável que está a agitar o mundo. O smartphone pode não ser um topo de gama e custar como tal, porém, ganha destaque pela sua irreverência.

Patente do Motorola Razr 2

Patente do Motorola Razr 2
Imagem de "letsgodigital"

A nova patente da Motorola, que acaba de ser autorizada mostra-nos que o smartphone do futuro ficará ainda melhor. Podemos ver que o "queixo" do equipamento desaparecerá.

Neste momento, este queixo serve para o sensor biométrico. Pois bem, esta patente mostra-nos o sensor biométrico no ecrã. Mas as novidades não ficam por aqui.

Patente do Motorola Razr 2
Imagem de "letsgodigital"

Podemos ainda observar na patente as laterais sensíveis ao toque. Ou seja, a Motorola pode muito bem trazer o "apertar para interagir" que a HTC trouxe há uns anos e a Google tem no Pixel.

Por fim, esta patente conclui com um smartphone quase sem margens e sem qualquer tipo de notch. Algo que este Motorola Rzr tem para se identificar com o modelo dos anos 2000.

Quando veremos um Motorola Razr 2

Ainda é difícil de adivinhar. Podemos especular que no final do próximo ano um smartphone destes poderá ser revelado, contudo, são especulações sem fundamento.

Estas imagens são de uma patente apenas. Ainda que esta patente seja prometedora, não nos garante que o será realidade. Assim sendo, temos de esperar para ver. A Motorola voltou em força e não vejo a hora de criar ainda mais impacto.

Editores 4gnews recomendam:

1 comentário
Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.