
Se queres saber a que velocidade vai o teu carro, o normal é olhares para o velocímetro. Mas a questão que se coloca é: podes realmente acreditar no que lá está? A realidade é: o valor que vês é aproximado da realidade, mas não é exato.
É claro que a diferença pode variar de carro para carro. No entanto, consta que, em média, o diferencial é entre os 5% e os 10% da velocidade real. Por outras palavras, se o velocímetro do teu carro marca os 120 km/h, então possivelmente estás a andar a 112 km/h ou algo parecido.
Para chegar a um valor de desvio de referência, as marcas também podem considerar variáveis como o desgaste dos pneus, pneus diferentes e ou até mesmo a utilização de jantes diferentes
Qual a razão para isto acontecer?
Ora, desde logo, há uma razão muito concreta (e legal) para isto acontecer. A lei europeia proíbe expressamente que um velocímetro fique abaixo da velocidade do automóvel. Para não cair nesse erro, muitas marcas preferem dar uma margem de segurança, de forma a não ter problemas com os reguladores.
Desta maneira, também se estimula a uma condução menos agressiva, já que o condutor tende a circular a uma velocidade mais baixa do que àquela que, provavelmente, pensa que está a circular. E então quanto maior for a velocidade, como dita a matemática, maior a margem de erro também.
E por falar em velocidade...
É relativamente comum haver casos detetados de excesso de velocidade. Fora os riscos óbvios de segurança a que essa prática está associada, também deves saber que a mesma pode implicar a perda de pontos na carta de condução.
O número de pontos retirados pode variar entre os 2 e os 5, dependendo sempre da velocidade a que o automóvel circula, em função do limite estabelecido numa determinada zona.
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