Huawei será a primeira marca a integrar estes recursos nos seus smarwatches

Mónica Marques
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Ao que tudo indica, em breve a Huawe vai dotar os seus smartwatches com novos recursos de saúde.

As informações divulgadas apontam para que a marca seja a primeira a integrar monitorização de açúcar no sangue, rastreamento de função pulmonar entre outros recursos nos seus wearables.

Huawei será a primeira marca com estes recursos de saúde nos seus dispositivos wearables

Huawei Watch GT 3
O Huawei Watch GT 3 está disponível em Portugal por 229 euros Crédito@Huawei

A Huawei está mesmo a apostar em tornar-se líder do segmento de wearables e para que tal aconteça, em breve, vai dotar a sua linha de smartwatches com novos recursos de saúde, sendo a primeira marca a fazê-lo.

A informação foi divulgada pela própria Huawei e espera-se que todas as novas funcionalidades sejam integradas no sistema TruSeen da marca que é dedicado à monitorização de saúde.

Mas que novos recursos estão a chegar? Em primeiro lugar, a fabricante chinesa está a trabalhar no desenvolvimento de triagem de risco hiperglicémico e na avaliação de tendências de nível de glicose. Por outras palavras, a marca irá integrar nos seus wearables uma funcionalidade para monitorização dos níveis de açúcar no sangue.

Melhor: de acordo com as informações divulgadas, esta funcionalidade irá integrar um sistema de notificação de alerta antecipado que avisa o utilizador, sempre que possível problemas forem detetados.

Saliente-se que este recurso será não invasivo para o utilizador e, na corrida da integração deste tipo de funcionalidade, a Huawei parece estar agora bem posicionada, apesar de não ter dado a conhecer o método não invasivo para avaliar o nível de açúcar no sangue do utilizador.

Huawei prepara também outros recursos de saúde ainda não disponíveis no mercado

Mas parece que a marca não se vai ficar por aqui e prepara também a integração de outros recursos de saúde que ainda não estão disponíveis no mercado. Nomeadamente, a função de rastreamento de função pulmonar.

Este recurso irá recolher e analisar uma série de dados para prever o risco que o utilizador corre de desenvolver uma doença pulmonar obstrutiva crónica. Mais uma vez, a marca não revela de que forma tal será feito, mas partimos sempre do princípio que será através de métodos não invasivos para o utilizador.

Por último, mas não menos importante, a Huawei quer ainda que os seus wearables façam uma gestão de saúde em altas altitudes. Por outras palavras, os dispositivos vão informar o utilizador da forma como o seu corpo está a reagir a altas altitudes, quando está sujeito a uma baixa pressão de ar.

A marca chinesa não revelou a data de quando estes novos recursos podem ser disponibilizados, mas tendo em conta que está já a divulgá-los é provável que tal esteja para acontecer em breve.

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Mónica Marques
Mónica Marques
Como jornalista de tecnologia assistiu à chegada do 3G e outros eventos igualmente inovadores no mundo hi-tech ao longo de mais de 20 anos de carreira.