Huawei Mate 40 Pro: reparar o smartphone é uma verdadeira confusão

Bruno Coelho
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Fabricantes de smartphones como a Apple são conhecidas por desencorajarem qualquer reparação fora dos seus centros autorizados. E se a Huawei não o faz, parece que reparar o Mate 40 Pro pode ser uma verdadeira confusão devido às decisões da empresa.

Huawei Mate 40 Pro recebe 4 em 10 em taxa de reparação

O iFixit, site de referência no diz respeito a desmontagem de equipamentos, realizou a habitual desmontagem (teardown) ao último smartphone topo de gama da Huawei. No final, acabou por congratulá-lo com uma nota negativa de 4 em 10 pontos na taxa de reparação.

Crédito: iFixit
Crédito: iFixit

Quanto mais alta é esta nota, mais fácil um smartphone é de reparar. Como nota o iFixit, o vidro à frente e atrás duplica a possibilidade de danos no equipamento. E o adesivo do seu é ecrã “ridiculamente forte”.

Crédito: iFixit
Crédito: iFixit

É notado que “o ecrã não pode ser substituído sem remover a bateria, e o sensor de impressões digitais no ecrã não pode ser substituído sem a remoção do ecrã”. O que não são boas notícias se o equipamento precisar de intervenção nestes pontos.

Na prática, se precisares de substituir o ecrã, terás de substituir também a bateria. Caso o sensor de impressões digitais avarie, todo o ecrã terá de ser substituído. O que não agradará à tua carteira.

Crédito: iFixit
Crédito: iFixit

Esta nota de 4 em 10 soa ainda pior quando vemos que os iPhone 12 receberam uma nota de 6 em 10, que já é minimamente positiva. E se em muitos smartphones o interior é algo esteticamente organizado como uma peça de arte, isso não se pode afirmar no caso deste Huawei Mate 40 Pro.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Football Manager e o cinema são dois dos seus escapes, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.