Grand Theft Auto: nova trilogia é arrasada pelos jogadores

Bruno Coelho
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No final da semana passada foi lançada a Edição Definitiva da trilogia de Grand Theft Auto. Esta contempla versões remasterizadas dos clássicos GTA III, Vice City e San Andreas originalmente lançados para a PlayStation 2.

“Três icónicas cidades, três épicas histórias”, era o que os jogadores esperavam encontrar. Mas as primeiras classificações no site ‘Meta Critic’ mostram que esta versão renovada da trilogia está a ser completamente destroçada pelos jogadores.

Grand Theft Auto: The Trilogy - Definitive Edition acumula críticas negativas no Meta Critic

Numa possível classificação de 0 a 10 pontos, todas as versões desta trilogia estão a receber notas abaixo de 1 ponto. A PS5 é que tem classificação mais alta, com 0,9, seguida da versão para PS4, com 0,7 pontos.

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Grand Theft Auto: The Trilogy - Definitive Edition acumula críticas negativas no Meta Critic

As versões para Nintendo Switch, PC e Xbox Series têm classificação média de 0,5 pontos. Já a versão para Xbox One conta, à data de escrita deste artigo, com uma classificação de 0,4 pontos.

A versão para computador é a que acumula mais críticas (um total de 2868). E nos comentários os utilizadores espelham o seu descontentamento. “É tão frustrante que se torna impossível jogar. Quedas bizarras de frames, efeito de chuva horrível, a ausência de neblina no horizonte faz com que o mapa pareça uma maquete se estiveres num lugar alto ou num avião”, escreve um utilizador

“Como diabos pudeste lançar um jogo tão horrível, Rockstar? A minha infância inteira foi arruinada só por causa disso. Não joguem”, avisa outro jogador. Se já jogaste a nova trilogia, diz-nos nos comentários como está a ser a experiência.

Recorde-se que esta trilogia foi lançada para PS5, PS4, Xbox Series, Xbon One, PC e Nintendo Switch por 59,99 €. A 7 de dezembro sai a versão física, e em 2022 serão lançadas versões para Android e iOS.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.