Apple Watch 7 pode chegar em setembro com a melhoria mais pedida pelos consumidores

Rui Bacelar
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A autonomia dos relógios Apple Watch situou-se, sempre, nas 18 horas. Esta é a autonomia declarada pela Apple desde a apresentação da primeira geração deste gadget, apresentada em setembro de 2014, até à atual Series 6 apresentado em setembro de 2020.

Surge agora uma primeira voz que sugere uma alteração considerável e bem-vinda ao status quo dos relógios inteligentes da Apple, fazendo antever uma maior autonomia de bateria. Melhoria que daria aos consumidores um bom motivo para comprar o novo relógio.

A Apple deve apresentar em setembro os Apple Watch Series 7

Apple Watch 7
Aspeto sugerido para os Apple Watch Series 7. Crédito: Jon Proser

O aumento da autonomia de bateria pode ser o maior apelo da sétima geração de relógios inteligentes da Apple. Tal como avança a fonte chinesa, em vez de acrescentar novos sensores ao já vasto leque na geração atual, a prioridade será o aumento da autonomia.

Esta mesma tese é avançada também pela Bloomberg que reitera a exclusão de novos sensores, dando sim primazia à duração da bateria. No entanto, para 2022 a publicação sugere que a Apple acrescentará um novo sensor de temperatura.

Aliás, este sensor térmico estaria a ser cogitado para a geração a ser apresentada em setembro próximo - os Series 7 - mas Cupertino teve que optar entre o novo sensor e uma bateria de maior capacidade. A escolha terá recaído nesta última.

Espera-se uma maior autonomia de bateria para o smartwatch Apple

Apple Watch Series 7
Aspeto sugerido para os Apple Watch Series 7. Crédito: Jon Proser

A duração da bateria será assim a preocupação primaz da nova geração. Terá o chip S7 como processador, também ele com um novo design de modo a poder acomodar uma bateria de maiores dimensões, capaz de o manter a funcionar durante mais tempo.

Este chip - S7 - adotará uma configuração mais compacta, usando as duas faces da logic board para, mais uma vez, reduzir o espaço ocupado. Já a caixa do relógio em si, manterá as dimensões da geração atual, tendo as mesmas dimensões físicas.

Poderão, contudo, ser marginalmente mais espessos, mas o aspeto geral, perceção no pulso e peso serão idênticos, senão mesmo iguais. O intuito é entregar mais autonomia ao utilizador sem aumentar o tamanho do relógio.

Linhas mais angulares e modernas para o Series 7

O design do smartwatch é outro dos aspetos que virtualmente não teve alterações desde 2014. Para este ano, contudo, os rumores sugerem uma caixa mais similar aos iPhone 12 e iPad Pro mais atuais, com linhas angulares e arestas mais definidas.

Esta mudança pode ser aproveitada para acomodar um ecrã OLED marginalmente maior, mas sobretudo, dotar o relógio de um aspeto distinto das gerações anteriores. Também este ponto pode fomentar as vendas da nova geração.

De acordo com outros indicadores, a nova geração pode usufruir de um melhor processo de laminação do ecrã - respetivos componentes - permitindo a utilização de um painel maior. Mais uma vez, as dimensões gerais do relógio não devem aumentar.

O que mudará será o aproveitamento do espaço existente. Teremos, provavelmente, margens menores e menos espaço desperdiçado entre o ecrã e o vidro de proteção.

Para o futuro, a Apple quererá introduzir não só o sensor de temperatura, como também o monitor de glicemia (açúcar no sangue) e de álcool. No entanto, tais implementações estão ainda a anos de distância, carecendo de desenvolvimento.

Poderá um novo design e maior autonomia de bateria revigorar as vendas dos Apple Watch?

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Rui Bacelar
Rui Bacelar
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