Mulher compra iPhone 12 Pro e recebe saco de areia no Brasil

Rui Bacelar
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Lilian Estevanato, de 32 anos, comprou um Apple iPhone 12 Pro através de uma cadeia de venda a retalho popular no Brasil, a Casas Bahia. Ao receber a encomenda, porém, a mulher teve uma surpresa um tanto desagradável ao encontrar um saco de areia.

A compra terá sido feito na última quinta-feira de janeiro (28), com o pacote a chegar às mãos da consumidora na segunda-feira seguinte (1). O caso foi avançado primeiramente pela publicação Istoé, que colheu também o testemunho de Lilian.

O iPhone 12 Pro que se transformou em areia

Apple iPhone 12 Pro

A profissional de marketing não desconfiou da loja, para todos os efeitos legítima e bem estabelecida no mercado brasileiro. A entrega terá sido particularmente rápida, mas nada a que essa mesma cadeia de vendas não esteja habituada a fazer no Brasil.

“Achei a entrega rápida. Não desconfiei de nada quando recebi a encomenda. Veio, inclusive, na caixinha do iPhone, estava lacrada. Quando abri e vi o saco de areia entrei em desespero, sem saber o que fazer. Pensei que tinha caído em um golpe, comprado por um site falso”, contou Lilian ao Metrópoles.

A lesada contactou de imediato a Casas Bahia através da linha de atendimento ao cliente e terá sido instruída para esperar. Os responsáveis pela loja estarão agora a apurar o sucedido, tentando identificar as razões que levaram a este infortúnio.

O iPhone 12 Pro custou 8 mil reais, cerca de 1230 euros

Lilian Estevanato, de 32 anos, comprou um iPhone 12, de R$ 8 mil, nas Casas Bahia e, ao receber o aparelho, a mulher teve uma surpresa ingrata. Dentro da caixa do celular ela encontrou um saco de areia https://t.co/XS5jlRJw8s

— Revista ISTOÉ (@RevistaISTOE) 2 de fevereiro de 2021

“Eu questionei, porque não se trata de atraso na entrega de um pedido ou outras demandas comuns. Paguei R$ 8 mil e recebi um saco de areia. Acionei a loja por todos os canais possíveis, registei o caso no Reclame Aqui e fiz uma publicação nas minhas redes sociais”, apontou Lilian Estevanato.

“Obviamente busquei um site confiável para fazer a compra… escolhi as Casas Bahia porque estava com um descontinho à vista. Sem marketplace – vendido e entregue pelas Casas Bahia”, confessou a lesada.

“O que chamou a atenção foi que, ao pesquisar sobre o caso e registar a reclamação, descobri que dezenas de pessoas passaram pela mesma situação. Nem todas conseguiram a restituição“, alertou a mulher de 32 anos.

Em síntese, trata-se de caso insólito, mas não sem precedentes no Brasil. Podemos encontrar casos similares no portal ReclameAQUI, com mais consumidores a queixarem-se do mesmo.

A lesada aguarda agora pela compensação perante os exposto.

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Rui Bacelar
Rui Bacelar
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