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VPNs gratuitas: o que ninguém te diz sobre o preço que podes estar a pagar

Uma VPN gratuita parece uma boa ideia, até perceberes que pode estar a pagar com os teus dados. Explicamos os riscos mais comuns e porque é que uma VPN paga, como a ExpressVPN, é uma escolha mais segura. E há garantia de 30 dias para experimentar.

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Quando o serviço é gratuito, convém perguntar como é que a empresa se sustenta. Nas VPNs, a resposta pode passar pelos teus dados, por anúncios intrusivos ou por limitações que tornam a experiência frustrante. Nem todas as VPNs gratuitas são iguais, mas há riscos que vale a pena conhecer antes de confiares o teu tráfego a uma delas.

Os riscos escondidos das VPNs gratuitas

Segundo a ExpressVPN, as alternativas gratuitas costumam ter limitações em quatro áreas:

  • Privacidade. Algumas podem registar grandes quantidades de dados pessoais, mostrar anúncios intrusivos sem qualquer bloqueio e até vender informação a anunciantes.
  • Segurança. Encriptação desatualizada e ausência de kill switch (que corta a ligação se a VPN falhar) deixam-te vulnerável a fugas de dados, em casa ou numa rede Wi-Fi pública.
  • Desempenho. Limites de largura de banda e de dados podem abrandar ou cortar a ligação, interrompendo de repente uma sessão de streaming ou de jogo.
  • Apoio. Com pouco ou nenhum suporte em tempo real, ficas sozinho se a configuração falhar ou se os servidores caírem.

Na comparação que a marca apresenta, uma VPN gratuita típica tem menos de 10 países disponíveis, limites de dados de 10 GB por mês ou menos e acesso apenas num dispositivo.

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O que muda com uma VPN paga

A ExpressVPN assenta a sua proposta em transparência e proteção reforçada:

  • Política de zero registos auditada. A empresa afirma que não regista, monitoriza nem partilha a tua atividade online.
  • Servidores só com RAM (TrustedServer). Os dados de sessão são apagados a cada reinício, e a marca indica que auditorias independentes da PwC e da Cure53 suportam estas alegações.
  • Encriptação AES de 256 bits com proteção pós-quântica e kill switch.
  • Protocolo Lightway, desenvolvido pela própria marca para equilibrar velocidade e proteção.
  • Rede global: 214 localizações de servidores em 113 países, com largura de banda ilimitada.
  • Várias ligações em simultâneo, até 14 dispositivos, consoante o plano.
  • Extras de segurança: bloqueio de anúncios, de rastreadores e de sites maliciosos, gestor de palavras-passe (ExpressKeys) e controlo parental.
  • Suporte 24 horas por dia, por chat e email, em vários idiomas.

Como experimentar sem risco

Aqui convém ser rigoroso, porque há duas formas de testar o serviço:

  1. Garantia de reembolso de 30 dias. Para quem se subscreve pelo site e é cliente pela primeira vez, é possível pedir o reembolso total nesse prazo, através do chat ou do email do suporte.
  2. Teste gratuito de 3 dias em iOS e Android. Disponível ao subscrever pela app, mas exige um método de pagamento associado à App Store ou à Google Play.

O processo de arranque é simples: crias a conta, instalas a app e ligas-te a um servidor com um toque.

Vale a pena?

Se usas redes públicas, guardas credenciais, fazes operações bancárias no telemóvel ou simplesmente não queres que os teus hábitos online sejam vendidos, a segurança de uma VPN depende da confiança que tens em quem a gere. Com uma garantia de 30 dias, podes testar a ExpressVPN e decidir com calma. Podes começar na página de preços da ExpressVPN.

4gnews (Patrocinado)
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