Samsung definha perante o poderio da Huawei e Xiaomi

Rui Bacelar
Depois de terem apresentado os novos Galaxy S9 as atenções já estão postas nos próximos Note. Bem como nos próximos Galaxy A e J. ©reuters

Segundo nos conta a publicação Sammobile, a posição da Samsung continua a definhar naquele que é o maior mercado mundial de smartphones. Aí, perante o poderio de marcas locais como a Huawei e a Xiaomi, a quota de mercado da sul-coreana Samsung continua a encolher. A China é um mercado cada vez mais adverso aos desígnios da tecnológica coreana.

Mais ainda, nos últimos dois anos nenhum dos smartphones da Samsung chegaria sequer ao Top 10 dos dispositivos mais vendidos na China. A preferência dos consumidores recai cada vez mais sobre as marcas locais como a Xiaomi, Vivo, OPPO e claro, a líder de mercado, Huawei.

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Já segundo os mais recentes dados da empresa de estudo de mercado, a Strategy Analytics, a Samsung ocupa a 12ª posição na China. Os dados referem-se ao último trimestre de 2017 (4º trimestre). Ora, atualmente a Samsung não ocupa sequer o Top 10 das maiores marcas, sendo a lista dominada pela Huawei, OPPO, Vivo e Xiaomi.

Este estudo da Strategy Analytics aponta ainda uma quota de mercado de 0.8% para este empresa, a maior fabricante mundial de dispositivos móveis. Escusado será dizer que os resultados neste mercado podem criar um mal-estar no seio da marca. Algo que a própria já reconheceu numa das suas últimas reuniões com os acionistas.

Samsung em 12º lugar, Huawei em 1º, Xiaomi em 4º

Ora, perante esta quebra na quota de mercado, agora com 0.8% a empresa apostará no seu novo topo de gama. Isto para tentar reverter a situação. Resta saber se o Samsung Galaxy Note 7. A imprensa internacional cita também as tensões políticas entre Pequim e Seul como uma das causas para a fragilidade da marca na China.

A melhor esperança da Samsung para este mercado são os seus novos topos de gama. Algo que poderá ajudar a marca a recuperar alguma presença. Nesse país, o S9 custará o equivalente a 922 dólares na versão com 64GB de memória interna. Conta também com a versão de topo, com 128GB de memória, a custar 970 dólares. Mais ainda, nesse país os terminais serão comercializados com algum software dedicado ao publico alvo.

Em última análise, não será fácil competir com os preços das atuais líderes de mercado. Seja a Huawei, Vivo ou a OPPO. Já para não falar dos preços altamente competitivos, praticados pela Xiaomi.

Conseguirá a Samsung inverter esta situação na China? Deixem-nos a vossa opinião.

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Rui Bacelar
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