Samsung Galaxy S8

O novo Samsung Galaxy S8 trouxe consigo uma panóplia de possibilidades para desbloquear o equipamento. Só neste smartphone temos ao nosso dispor um sensor de impressões digitais, um leitor de íris e ainda o desbloqueio por reconhecimento facial.

O primeiro método é, atualmente, o mais utilizado e considerado o mais seguro, ao passo que o leitor de íris ainda não está entranhado no quotidiano das pessoas. Todavia, estes são os métodos que, nos dias de hoje, nos oferecem uma maior segurança e fiabilidade.

   

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Já o desbloqueio por reconhecimento facial está ainda longe do patamar pretendido. Sabe-se já que este método incluso no novo Galaxy S8 pode ser facilmente enganado com uma simples fotografia. Qualquer um que tenha acesso a uma fotografia do dono do smartphone pode facilmente ter acesso ao seu smartphone.


E o próprio pessoal da Samsung já admitiu que o mesmo está ainda longe de ser totalmente seguro. Em declarações à imprensa local, um representante da Samsung admitiu que o reconhecimento facial só será suficientemente seguro para transações financeiras daqui a quatro ou cinco anos.

A empresa sul-coreana admite que este método serve apenas para um mais célere desbloqueio do smartphone. A sua baixa taxa de segurança pode ser explicada pelas atuais câmaras presentes no mercado e pelos atuais métodos de aprendizagem.

Samsung Galaxy S8

Este representante da Samsung vai ainda mais longe e afirma o seguinte: “Não necessitamos de usar o reconhecimento facial para transações financeiras móveis porque existem já tecnologias biométricas de alto nível, como iris e o reconhecimento de impressão digital. A questão de quando ele será usado não faz sentido.

De facto, os atuais métodos de segurança biométrica são já seguros o suficiente para este tipo de funcionalidades. Agora se a evolução tecnológica conseguir tornar o reconhecimento facial, ou de voz, suficientemente seguros, existirá uma maior facilidade por parte da construtoras em adotar estas tecnologias.

Irá o reconhecimento facial substituir os atuais métodos no futuro?

Isto porque enquanto que o sensor de íris ou de impressão digital requer hardware especifico para os mesmos, o reconhecimento facial ou de voz não. Pode ser utilizada a própria câmara frontal do equipamento, e o seu microfone, para este tipo de funcionalidades, baixando assim os custos de produção dos smartphones.

Mas pegando nas palavras aqui proferidas, em primeiro lugar há que desenvolver as câmaras presentes no mercado de uma forma que as mesmas consigam sustentar este tipo de tecnologia. Será, então, interessante percebe se por volta de 2021 ou 2022 estaremos todos a usar o reconhecimento facial no nosso smartphone ou se nos manteremos com o sensor de impressões digitais. Já agora, deixa-nos a tua opinião.

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