Pokémon GO: Niantic e Microsoft mostram como podem revolucionar o jogo

Bruno Coelho
Comentar

E se pudéssemos jogar Pokémon GO a partir de uns Hololens 2, os óculos de realidade virtual da Microsoft? É essa a proposta da Microsoft, que estabeleceu uma parceria com a Niantic para a elaboração do conceito.

Como o próprio nome indica, o que vês no vídeo abaixo é apenas um “demo” do que podemos esperar no futuro. Este mostra-nos as várias facetas em que poderíamos jogar Pokémon GO com os Hololens colocados.

Além de capturar um Pokémon selvagem, seria possível alimentá-lo e mesmo batalhar contra outros treinadores que tivessem o mesmo "setup". A demonstração em vídeo é feita por John Hanke, CEO da Niantic.

Não há previsão de quando a app do Pokémon GO pode ser lançada para os Hololens

Como podes ver na demonstração, existe até um menu que parece teoricamente utilizável. Mas é importante referir que nada disto é ainda uma app finalizada, e não há previsão de quando pode estar disponível para todos.

No comunicado oficial, John Hanke afirma: “Embora esta demonstração não seja destinada ao uso do consumidor, oferece uma visão antecipada das futuras evoluções de software e hardware. Apenas tocámos na superfície”.

É importante realçar que não temos aqui uma visão direta daquilo que poderia ficar o jogo com os óculos colocados, mas apenas uma visão externa. É uma tecnologia que parece realmente prometedora, se o objetivo for jogar o título da Niantic em ambiente controlado. Até porque “andar por aí" de óculos de realidade virtual, não é propriamente o cenário mais confortável.

Quase cinco anos após o lançamento, o Pokémon GO continua a dar que falar. Os números de 2020 são impressionantes, e falam por si.

Editores 4gnews recomendam:

  • Nintendo Switch Pro: melhor característica terá dedo da Samsung
  • GTA Online: jogador descobre como reduzir tempos de loading até 70%
  • PUBG: New State já é um sucesso mesmo antes de ser lançado
Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.