Peugeot e-208 e e-2008 são os carros elétricos mais vendidos em Portugal

Bruno Coelho
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Foram lançados originalmente em 2019, e continuam a ser um sucesso comercial. Os Peugeot e-208 e Peugeot e-2008 mostram-se vigorosos nas vendas nos mercados onde são comercializados, com mais de 90 mil veículos já produzidos.

No seu segmento, ambos os veículos lideram em Portugal. No acumulado de 2021, o e-208 está na posição de berlina 100% elétrica mais vendida do segmento B. Regista uma quota de mercado de 34,6%, com 580 unidades vendidas.

Também no segmento B dos SUV, o e-2008 domina. Entre estes modelos 100% elétricos do seu segmento, regista uma quota de mercado de 14,2%. Isto é resultado das suas 567 unidades vendidas.

A estratégia de eletrificação da Peugeot está bem patente nos números. E a construtora francesa o ocupa assim o primeiro lugar nas vendas de carros elétricos em Portugal, com 12,3% de quota de mercado. Conta com um total de 1161 unidades vendidas.

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Autonomia dos Peugeot e-208 e e-2008 vai aumentar

Estes dois modelos passam a contar com os mais recentes avanços tecnológicos. A autonomia vai ter um aumento, de acordo com o ciclo de homologação WLTP (Worldwide Harmonized Light Vehicles Test Procedures).

  • O novo PEUGEOT e-208 irá disponibilizar uma autonomia máxima de 362 km (WLTP), representando um incremento de 22 km;
  • O novo PEUGEOT e-2008 irá disponibilizar uma autonomia máxima de 345 km (WLTP), representando um incremento de 25 km.

Segundo a marca, na utilização real do cliente, será registado um aumento na ordem dos 40 km, no tráfego urbano a temperaturas próximas de 0 °C. Os pneus passam a ser classe A+, e houve desenvolvimentos na caixa de velocidades que também propiciam este incremento de autonomia.

“Uma nova bomba de calor acoplada a um sensor de humidade instalado na parte superior do para-brisa otimiza a eficiência energética do aquecimento e do ar condicionado”, afiança a marca em comunicado.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.