Xiaomi Mi Mix

O último artigo desta pequena saga sobre o passado e futuro dos smartphones tem o nome de: Xiaomi. Numa breve introdução, quem segue atentamente a 4gnews sabe que não sou o maior fã da marca, longe disso. Pelo menos no que toca aos seus smartphones. Nunca me cativaram muito, quer pelo seu design ou funcionalidades. E sim, o Mi em todo o lado só me confunde. Porque não se podem só chamar Xiaomi qualquer coisa?! Por que é que depois tem de vir sempre o Mi à frente? Bom, eles lá sabem o que vende mais.

Dito isto, e agora de um modo mais objetivo, só terei de realçar o que a empresa tem feito, ultimamente. A Xiaomi tem mostrado que mesmo não estando a atuar, por exemplo em Portugal, de forma oficial, consegue ser bem sucedida. Sim, há lojas da Xiaomi por todo o lado agora, desde Chaves a Portimão mas – um segredo só nosso – essas lojas não são oficiais. Passando à frente. Sem dúvida que a “Apple Chinesa” tem mais influência agora do que em qualquer outro período.

   

Esta influência deve-se a dois aspetos, essencialmente. O primeiro é que o comércio online vai enraizando-se cada vez mais. Em segundo lugar, a empresa tem preços mesmo muito competitivos e, por muito que não se goste dela, tem alguns smartphones que são incontestavelmente fantásticos. Se aliarmos estes dois fatores ao facto do poder de compra ser menor do que há uns anos atrás, então está tudo explicado. Mas e então, se tudo isto é verdade e se a mesma tem ganho competitividade, e mais relevante no mercado, o que esperar para 2017?

Pois bem, o Xiaomi Mi5S e o Mi Mix só têm de ser o início de um novo ano. Isto porque estes smartphones são o exemplo máximo de que, quando a empresa quer, ela realmente consegue fazer smartphones sublimes. E olhando para o mais falado dos smartphones da marca, e mesmo que Mi Mix seja igual a todos os outros – pois o que nele se faz é o mesmo que se faz num S7 por exemplo – este consegue diferenciar-se. Isto é, o Mi Mix é peculiar. E é isso que faltava à Xiaomi: diferenciação.

Desde que 2017 seja o seguimento deste último terço do ano, então a Xiaomi terá tudo para crescer a larga escala. Claro que a sua entrada (oficial) para o mercado faria toda a diferença, mas, mesmo assim, o próximo ano será prometedor. O único reparo mais severo que poderei aqui indicar é a quantidade anormal de smartphones lançados como foi o caso do Mi5, Mi5S e Mi5C. Deste modo, o que se frisa aqui é que esta empresa tem tudo para fazer rivalizar com Pixeis, Galaxys ou Mates. E isso será ainda mais verdade em 2017.

Deixei a Xiaomi para o fim não porque tenha qualquer coisa contra a mesma. Ficou para o final pois esta é uma daquelas empresas que, sem sombra de dúvida, só depende de si própria para ter todo o sucesso que deseja. Até pode haver empresas que pratiquem preços ainda mais baixos, mas a Xiaomi é a única que o consegue fazer com equipamentos de excelência nos quais os consumidores confiam minimamente.

Veremos o que a Xiaomi fará, efetivamente. Espero que daqui a um ano possa escrever um artigo no qual espelharei a razão pela qual esta terá sido a minha “Marca Revelação”. Não te esqueças, vê a Review do Mi5S no final do artigo. Vais adorar!

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Desde cedo comecei a interessar-me pelo que podia fazer no computador. Porém, a grande paixão surgiu com o primeiro telemóvel e complementou-se com os smartphones. Nada há a dizer, são simplesmente fantásticos e úteis em todo o tipo de situações.