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DxOMark. Do Nokia 808 até ao Google Pixel 2, a evolução das câmaras

Dois ícones da fotografia com smartphone. O que os separa?

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A fotografia com dispositivos móveis tem melhorado consideravelmente nos últimos anos.

O Google Pixel 2 acaba de ser ultrapassado no ranking da DxOMark pelo Samsung Galaxy S9 Plus. Todavia, mesmo com uma só câmara fotográfica, continua a ser um dos melhores smartphones para fotografia e para vídeo. Agora, está na hora de contemplarmos a evolução dos smartphones e da fotografia com dispositivos móveis. Colocando o Nokia 808 PureView num dos extremos e o Google Pixel 2 na outra ponta da tabela.

Trata-se de uma enorme evolução, desde o antigo Nokia 808 lançado em 2012 até ao Google Pixel 2 lançado em 2017. São 5 anos de diferença e de evolução na tecnologia e na componente audiovisual nos nossos dispositivos móveis. Pois bem, está na hora de comparar os resultados de vários smartphones e ver como tem sido a evolução neste campo.

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Atualmente os utilizadores confiam cada vez mais nos seus smartphones para capturar os melhores momentos da sua vida. Utilizamos no nosso dispositivo móvel para partilhar selfies e curiosidades nas redes sociais. Catalogamos praticamente tudo o que fazemos na Internet ao enviar um sem-fim de fotografias.

Desta forma, é normal que as fabricantes apostem imenso no aprimoramento das câmaras fotográficas destes nossos companheiros diários. Afinal de contas, uma boa câmara fotográfica é um dos maiores pontos de venda. Já assim era em 2012 com o Nokia 808 e continua assim em 2018 com o novo “Rei” da DxOMark, o Samsung Galaxy S9 Plus. Este último destronou hoje o Google Pixel 2 como melhor smartphone para fotografia.

Do Nokia 808 ao Google Pixel 2, a evolução segundo a DxOMark

Isto levanta outra questão. O que é que pode ser considerada uma boa fotografia com dispositivos móveis? Como é que têm evoluído os sensores e as câmaras dos nossos smartphones. Em seguida poderemos observar alguns dados fornecidos pela DxOMark que avaliam desde o Nokia 808 (2012) até ao recente Google Pixel 2. Como sabemos, já existe um novo “líder” para este ranking. Chama-se Samsung Galaxy S9 Plus. Em seguida podemos ver a evolução das pontuações atribuídas pela DxOMark ao longo dos anos.

Pontuações da DxOMark, desde o Nokia 808 ao Google Pixel 2

Apesar de o seu método de avaliação / protocolo ter sido criticado por alguns entusiastas e fotógrafos profissionais, a DxOMark já testa as câmaras dos nossos smartphones há 6 anos. Durante todo este tempo foi recolhendo informações preciosas. Começaram a sua atividade no raiar da “Era do Smartphone”. Agora, perante colossos como o Google Pixel 2 ou os novos Galaxy S9 podemos ver uma clara evolução na qualidade da fotografia com os dispositivos móveis.

Tal como nas nossas reviews, é essencial cumprir rigorosos padrões de teste. Isto para que as avaliações possam ser isso mesmo, avaliações. Posto isto, a DxoMark utiliza um total de 1500 imagens de teste e mais de duas horas de vídeo. Captura estes resultados em cenários com condições controladas (laboratório) e cenários da vida real (ar livre). Isto para ter uma noção abrangente do potencial do equipamento e para simular a utilização diária do consumidor comum. Poderás consultar aqui, na íntegra, o protocolo de testes da DxOMark. Poderás consultar aqui o seu sistema de pontuação / avaliação.

Caminhando com o Nokia 808 PureView – DxOMark

Nos gráficos acima podemos essencialmente comparar o desempenho ou pontuação (numa escala que não acaba nos 100), dos principais smartphones testados. O primeiro smartphone a ser avaliado por esta entidade independente seria então o Nokia 808 PureView. Um dos últimos recordistas seria o Google Pixel 2. Entretanto também testariam o Apple iPhone X. O Huawei Mate 10 Pro, Samsung Galaxy Note 8, entre outros topos de gama.

As disparidades nas pontuações são enormes. Em cerca de 5 anos de evolução da tecnologia os sensores ficaram maiores. Com mais resolução. Os smartphones ficaram mais finos, com mais bateria. As lentes tornaram-se mais brilhantes (valor de f/) e no geral, com melhores resultados.

Caminhando com o Google Pixel – DxOMark

Algo que vejo com bons olhos é o fim da “guerra dos Megapixéis”. Finalmente também o público chegaria à conclusão de que uma câmara não é melhor apenas por ter mais MP’s. Entendo a generalização mas, mais megapixéis equivale a uma imagem de maiores dimensões. Não necessariamente uma imagem com mais detalhes ou qualidade. Portanto, se quiseres imprimir imagens com maiores dimensões, aí sim, deverás escolher o maior valor de MP’s possível.

Seja como for, a verdade é que em apenas 5 anos a qualidade fotográfica dos nossos smartphones melhorou exponencialmente. Hoje em dia já conseguimos encontrar excelentes opções para quem procura a melhor câmara possível. Mais ainda, já podemos criar resultados que rivalizam pelo menos com as câmaras compactas.

Para já a comparação com as câmaras DSRL é apenas um chavão de Marketing. Só não é que…já temos um smartphone com abertura variável da lente…

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Quando não está a escrever um artigo ou a gravar algum vídeo, o Bacelar tem por hábito saborear um bom livro, descobrir novas bandas sonoras ou simplesmente desfrutar do sol, na companhia de quem mais gosta (MM).