Microsoft: Windows 10 Mobile não representa 25% de "Market Share"

Pedro Henrique
Microsoft Windows 10 Mobile
Estatística relativa à utilização de cada versão do sistema operativo da Microsoft. Windows 10 Mobile e Windows Phone 8.1, 8 e 7

A Microsoft abandonou o desenvolvimento do Windows 10 Mobile, ainda que continue a atualizá-lo nos próximos meses, por questões de segurança e pequenas melhorias e correções de erros.

Contudo, o mesmo não se sucede com as versões anteriores do Windows 10 Mobile, isto é, os famosos Windows Phone 8.1 e antecessores. Dessa forma, aqueles que utilizarem uma dessas versões, desde o 7 ao 8.1, acabarão por ficar sujeitos ao não recebimento de atualizações de segurança, entre outras.

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Todavia, o pior indicador de tudo é que, de acordo com a fonte da notícia, mais de 75% dos dispositivos ativos, em outubro de 2017, não possuem o Windows 10 Mobile. Isto claro, dentro daquilo que são os equipamentos com a plataforma móvel da Microsoft inserido neles.

Com efeito, devido, provavelmente, ao modo como a empresa de Redmond decidiu disponibilizar a atualização do Windows 10 Mobile, e dos equipamentos que a suportavam, os números não vão além dos 20,9% de utilizadores com a última versão nos seus smartphones.

E, de facto, percebe-se que isso seja uma realidade dado que o Windows Phone foi muito suportado por equipamentos de gama-média/baixa, como o Lumia 520, por exemplo, que não chegou a receber o Windows 10 Mobile.

Como assim o Windows 10 Mobile da Microsoft é tão pouco usado?!

Assim, excetuando os Lumia 640 e 640XL, ou mesmo o 535, não há modelos com tamanha relevância numérica que se reflitam em estatísticas mais positivas. Consequentemente, o uso de smartphones que não aqueles que possuem Windows 10 Mobile pode tornar-se algo contestada.

No entanto, como é óbvio, quer pela segurança que o Windows Phone sempre ofereceu, quer pela sua importância no mercado ou até mesmo pelo que pode ser feito com um smartphone, não há que recear qualquer tipo de ataque.

Sem dúvida alguma que, desde que seja suficientemente bom para o utilizador, o smartphone poderá (e deverá) continuar a ser usado pelo utilizador que o adquiriu inicialmente.

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