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Ambos os equipamentos partilham o sufixo “Pro” e ambos espelham o ideal de plataforma móvel de trabalho segundo cada uma das casas mãe. De um lado temos o Microsoft Surface Pro 4, do outro, o Apple iPad Pro e o favorito do público profissional/empresarial está à vista!

De acordo com os dados da Canaly, empresa que se dedica à análise estatística dos comportamentos de mercado, o Microsoft Surface Pro 4 foi o claro favorito no Reino Unido durante o primeiro trimestre de 2016. Pelos vistos o público profissional/empresarial prefere o sistema operativo Windows 10 quando precisa mesmo de trabalhar, uma escolha é óbvia.

   

Entre janeiro e março de 2016, no Reino unido, foram vendidas 275 000 unidades do Microsoft Surface Pro 4, valor que triplicou face ao período homólogo de 2015 (83 000). Por sua vez, o Apple iPad Pro vendeu menos de metade do valor registado pelo tablet da Microsoft, com cerca de 107 000 unidades vendidas em território inglês para o sector empresarial. Em suma, as empresas preferem apostar num produto com ambiente e aplicações familiares à maioria dos seus funcionários, ao passo que o Apple iPad Pro ainda é um produto sem provas dadas no sector empresarial.

Apple iPad Pro
Apple iPad Pro

Relativamente ao mercado convencional, ao grande público, este prefere o Apple iPad Pro para satisfazer a sua necessidade em possuir uma plataforma de entretenimento e trabalho mais móvel. Ora, isto levanta a questão, porque é que o Apple iPad Pro se está a sair tão mal no mercado empresarial?

Bom, de acordo com um representante da Canalys, a resposta é bastante simples. Quando as empresas procuram um produto, um dispositivo para trabalho móvel, para que os seus funcionários possam produzir algo enquanto se deslocam, é normal que prefiram um produto cujo sistema operativo e aplicações sejam iguais aquelas que praticamente todos temos em casa nos nossos computadores e o Microsoft Surface Pro 4 oferece tudo isso. Um sistema operativo familiar e todas as aplicações e programas que a grande maioria de nós tem no seu computador.

Por último, o mercado dos tablets continua sem dar sinais de animar e mostra-se tão débil quanto no resto do mundo. No geral, a procura por tablets diminui cerca de 8% no período que vai desde janeiro a março, isto em comparação com o mesmo período de 2015. Daqui retira-se que, para trabalho, o Microsoft Surface Pro 4 é o claro favorito, já para consumo privado, o Apple iPad Pro é a escolha do público e por fim, este segmento de mercado está a perder fôlego a cada dia que passa.

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