Microsoft explica em que se baseia o xCloud

A Google obteve um grande destaque na presente semana ao apresentar o projeto Stadia na Game Developer Conference. Poucos aguardavam por uma abordagem tão agressiva por parte da empresa norte-americana ao mercado do Gaming.

Afinal, até aqui, pouco ou nada se poderia dizer que a Google havia entrado no mercado referido. Consequentemente, foram os profissionais da Microsoft aqueles que acabaram por ser abordados após o término da apresentação da rival. Afinal, parece que o Stadia será uma grande ameaça ao xCloud.

Depois de Phil Spencer ter afirmado que a Microsoft mostrará muitas novidades na E3 – que se realizará já em junho – ficou a saber-se que o xCloud se baseia em dois pilares.

Por um lado, no Touch Adaptation Kit e, por outro, nas Cloud Aware APIs. O primeiro, por sua vez, é responsável por conceder aos programadores a capacidade de adaptarem os seus jogos aos ecrãs táteis. Afinal, o objetivo passa por fazer com que os títulos cheguem, entre outras plataformas, ao Android da Google.

Porém, é algo que não se vê como demasiado fácil dado que os títulos haviam sido desenvolvidos anteriormente para serem jogados com um comando, como é o caso do da Xbox One.

O segundo, terá em consideração o facto de, ao jogarmos num terminal como o smartphone, as sessões de jogo serem totalmente distintas daquilo que agora estamos habituados. Ou seja, terá em atenção a necessidade de gravação constante do que vai sendo conseguido pelo gamer. O foco será as micro-sessões de jogo, passe a expressão.

Será também através deste que os jogos se poderão ajustar a vários ecrãs, sendo grande parte desses bem menor que o da comum televisão. A questão é percebermos quando é que qualquer um dos projetos estará pronto para ser devidamente colocado no mercado.

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