iPhone 14 recebe hoje uma das suas maiores novidades, mas não é para todos

Carlos Oliveira
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Apresentados em setembro passado, os iPhone 14 são os mais recentes smartphones com a assinatura da Apple. Uma das suas principais novidades é a funcionalidade Emergency SOS que permite aos utilizadores comunicar com serviços de emergência via satélite.

Hoje é o dia em que esta funcionalidade começa finalmente a ser disponibilizada para os utilizadores dos iPhone 14. Contudo, tal como a Apple referiu na sua apresentação, apenas os Estados Unidos e Canadá recebem a novidade.

Emergency SOS chega a todos os iPhone 14 nos EUA e Canadá

Aquando da sua apresentação, a Apple mencionou apenas que esta novidade ficaria disponível em novembro, sem adiantar mais detalhes. Pois bem, hoje é o dia em que esta funcionalidade começa a chegar aos utilizadores contemplados.

iPhone 14 pro

Numa fase inicial, esta será uma opção disponível apenas em dois mercados: EUA e Canadá. No entanto, a tecnológica americana já referiu que mais países serão abrangidos já em dezembro.

Funcionalidade chega à Europa em dezembro

O próximo lote de países a receberem este novo modo de comunicações inclui a Alemanha, França, Irlanda e Reino Unido. Nenhuma data em concreto foi anunciada, mas essa será comunicada assim que a opção estiver disponível.

A disponibilização desta funcionalidade ainda é uma incógnita no que respeita a Portugal. A Apple ainda não afirmou se a irá lançar também no nosso país, tampouco quando o fará.

Para quem não está familiarizado com o conceito, a opção Emergency SOS permite que os utilizadores dos iPhone 14 comuniquem com serviços de emergência mesmo quando não houver rede nem internet. Isso será possível enviando mensagens através de satélites em órbita.

Para a primeira fase desta funcionalidade, a Apple uniu-se à Globalstar, uma empresa de comunicações por satélites a operar a nível global. O acordo prevê que a última aloque 85% dos seus satélites para o suporte a esta funcionalidade dos iPhone 14.

Falamos de um investimento de 450 milhões de dólares que a Apple quererá certamente recuperar rapidamente. Contudo, durante os primeiros dois anos os utilizadores poderão usufruir desta funcionalidade sem qualquer custo.

Este intervalo deixa a antever que findo esse período a Apple começará a cobrar pelo serviço. Esse pormenor ainda não foi discutido publicamente pela empresa americana, mas parece ser um passo óbvio face ao investimento associado.

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Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
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