Brat | Despicable Me 3
Brat | Despicable Me 3 | Gru – O Maldisposto 3

Após sete anos da saga, Gru – O Maldisposto, estreou na passada semana em Portugal o Gru – O Maldisposto 3, que pode ser visto na versão original e na versão portuguesa. Se optarem pela última, podemos assistir a uma brilhante interpretação de voz de Manuel Marques (que anteriormente tinha a notável interpretação do já falecido Nicolau Breyner).

Neste Gru- O Maldisposto 3, a aventura do ex-vilão, passa por ele e Lucy, sua mulher (interpretada novamente por Kristen Wiig), após terem sido despedidos da Liga Anti-vilões, recuperarem o maior diamante do mundo, que está na posse do maléfico Balthazar Bratt (personagem interpretada por Trey Parker, que é também um dos criadores da série South Park).

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Bratt é uma estrela dos anos 80 em decadência que quer a todo o custo destruir Hollywood para se vingar por ter caído no esquecimento de todos. Este vilão é, sem dúvida, um dos mais irritantes e diabólicos vilões que o Gru enfrenta.

Gru tem uma personalidade diferente neste Gru – O Maldisposto 3

Na verdade, neste Gru – O Maldisposto 3, comprova-se que o Gru já não é mais o diabólico e irascível maldisposto que pudemos assistir nos últimos dois filmes. É agora, um “coração de manteiga”, amável e altruísta pai e homem de família.

Quase não dá para reconhecer o Gru do primeiro filme para este último. Apenas nos dá a sensação de voltarmos a ver o malvado Gru de há sete anos quando é despedido e se vê desesperado e preocupado em manter a família feliz.

É aqui que o enredo ganha um novo ritmo. Gru recebe a notícia que afinal tem um irmão gémeo e que se chama Dru. Este é o oposto de Gru; bem-disposto, rico, vaidoso e despreocupado com a vida. A par desta novidade que deixa o Gru mais enternecido, surge a revolta dos Minions contra ele, abandonado-o.

 Dru e Gru | Gru - O Maldisposto 3
Dru e Gru

O terceiro filme de Gru, permite-nos assistir a uma evolução positiva da personagem. Vemos também que existe um grande melhoramento digital da imagem, da utilização das cores e um realismo visual. Mas quando comparado com outros filmes, tenho de admitir que lhe falta o ritmo.

É engraçado ver o malvado Bratt a mover-se ao ritmo de “Take on me” dos A-ha, ou de “Bad” de Michael Jackson. Mas, a alegria e o humor a que estamos habituados dos outros filmes, não é suficiente para sentirmos que nos divertimos muito a ver o Gru – O Maldisposto 3.

A boa disposição que os Minions nos provoca e o irreverente dialecto a que já nos habituaram, continuam a não desiludir e a proporcionar-nos grandes momentos cómicos. Talvez seja por aí que o filme nos consiga manter fiéis a esta saga e a acreditar que não acaba por aqui.

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