Ecrãs MicroLED podem ser o futuro dos iPhones

António Guimarães

A Foxconn está a aumentar a produção de tecnologia MicroLED para ecrãs. Esta é uma tentativa de fechar negócio com a Apple, que tem vindo a mostrar interesse nesta tecnologia.

A tecnologia MicroLED, à semelhança da OLED, tem a vantagem de cores mais correctas, melhores contrastes, taxas de atualização e tons pretos mais verdadeiros. Ambas as tecnologias utilizam pixeis que se auto iluminam.

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Os painéis OLED, no entanto, perdem em alguns aspectos para os MicroLED. Estes últimos são mais finos, mais brilhantes e são mais eficientes em consumo. Adicionalmente, os componentes orgânicos dos MicroLED tem um tempo de vida maior e são mais resistentes a queimaduras.

A Apple e os MicroLED já tem alguma história

Em 2014, a Apple adquiriu a fabricante de ecrãs MicroLED LuxVue. No ano seguinte a empresa da maçã fez um investimento num laboratório no Taiwan com objetivo de estudar as tecnologias de painéis para o futuro.

3 anos depois a Apple deixou de investir tanto tempo nesse laborátorio. Rumores na altura indicaram que a empresa passou a ter um estabelecimento nos Estados Unidos, mais especificamente em Santa Clara, na Califórnia.

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Outra empresa de olho neste potencial negócio é a TSMC, uma fabricante de semicondutores do Taiwan. A mesma tem vindo a estudar possíveis aplicações dos MicroLED em formatos mais pequenos. Para a Apple, isto traduz-se em possíveis ecrãs para os Apple Watch.

Assim sendo, a Apple tem pelo menos duas escolhas quando quiser apostar a sério na tecnologia MicroLED. Pode até mesmo fazer uma parceria com as duas, reduzindo custos e aumentando consideravelmente a produção.

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António Guimarães
António Guimarães
Juntamente com os seus atuais companheiros Mi A2 e Surface Go, batalha para elucidar as massas sobre todos os acontecimentos da esfera tecnológica. "Informação é poder" é a frase que o acompanha diariamente. Talvez um dia a coloque numa t-shirt.