Conflito entre a China e Estados Unidos pode afetar a Apple. Entende

António Guimarães
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Em mais um evento do conflito tecnológico e comercial entre a China e os Estados Unidos, Donald Trump emitiu uma ordem que proíbe transações feitas no WeChat por empresas americanas. Esta proibição terá efeito a partir do dia 20 de setembro.

Dado o histórico recente do governo americano, eventualmente Trump deverá emitir alguma proibição que obrigue empresas americanas a abandonar o WeChat dos seus equipamentos, ou proibir a app de funcionar nos Estados Unidos de todo.

Escusado será dizer que a Apple teria de remover o WeChat da App Store americana. Mas sem a possibilidade de funcionar nos Estados Unidos, várias empresas deixariam de poder comunicar com os seus clientes chineses.

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Se o WeChat sair da App Store, a Apple vai sofrer

De acordo com o famoso analista de mercado Ming-Chi Kuo, a Apple tem muito a perder se o WeChat for removido da loja de aplicações. Na verdade, pode perder até 30% em vendas de equipamentos, afirma o analista.

"O WeChat é uma app fulcral para os utilizadores chineses pois integra, mensagens, pagamentos, comércio online, leituras de notícias e funções de produtividade. As vendas do iPhone na China vão simplesmente estagnar caso o WeChat seja removido. Por consequência, as vendas dos iPads, AirPods, Apple Watch e Mac vão sofrer também.

Esta é a sinistra previsão de Ming-Chi Kuo. Relembramos que o WeChat é a maior app de comunicação na China, utilizada em todo o tipo de funções com o smartphone. Seria como eliminar o WhatsApp da Play Store ou App Store, mas com um impacto ainda mais profundo no caso do WeChat.

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António Guimarães
António Guimarães
Juntamente com os seus atuais companheiros Mi A2 e Surface Go, batalha para elucidar as massas sobre todos os acontecimentos da esfera tecnológica. "Informação é poder" é a frase que o acompanha diariamente. Talvez um dia a coloque numa t-shirt.