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Apps esquecidas: o cemitério digital no teu smartphone

Estão lá, mas já não as usas. Silenciosamente, apps que já não usas acumulam-se no teu telemóvel. Ocupam espaço, consumem recursos e, algumas vezes, continuam a recolher dados.

imagem de apps no ecrã de um telefone
Imagem ilustrativa Crédito@Pexels

A maioria dos utilizadores tem dezenas de aplicações instaladas nos seus smartphones, mas usa regularmente apenas uma pequena parte. O resto fica esquecido: escondido em pastas, perdido entre ecrãs ou simplesmente ignorado.

Este “cemitério” cresce ao longo do tempo, alimentado por downloads impulsivos e pela facilidade de instalar. O tempo necessário para apagar estas apps acaba também por contribuir para que continuem “esquecidas” no teu telefone.

Porque acumulamos tantas apps?

Todos acumulamos demasiadas apps nos nossos telefones e isso acontece pelas mais variadas razões. Por exemplo, passamos por uma app que nos desperta a curiosidade e instalamos para experimentar. Depois nunca mais a usamos, ficando esquecida no tal “cemitério”.

Outra razão para acontecer é a falta de tempo para organizar, ou melhor, eliminar as apps que já não usamos. A par desta está a hesitação: será que ainda posso vir a precisar desta aplicação?

Por último, muitas vezes instalamos apps para um uso pontual específico. Quando viajamos ou quando temos um evento especial, instalamos uma app que nos é útil por um determinado período de tempo. Posteriormente, não a eliminamos.

O problema é que estas apps deixam de ser necessárias e utilizadas, mas continuam no telefone a consumir recursos relevantes para um funcionamento mais fluido do terminal.

O impacto das apps esquecidas

Tal como te dissemos, estas apps esquecidas têm impacto no teu terminal e consequência reais na utilização diária. Nomeadamente, ocupam espaço que pode ser utilizado para fazer o download de atualizações de software e guardares novas fotos e vídeos.

É importante recordar que estas apps continuam a correr em segundo plano, o que afeta a memória e consome bateria. E, muito importante, com as permissões dadas, continuam a recolher dados.

Por último, representam também ruído visual para os teus olhos e cabeça, devido a teres ecrãs preenchidos de alto a baixo com ícones de várias aplicações.

Identificação e limpeza do “lixo digital

A solução passa por investires tempo a identificar e limpar este “lixo digital”. Para identificares o que deves apagar, vê se a app preenche os seguintes requisitos:

  • Não é aberta há várias semanas ou meses;
  • Já tens uma app que faz a mesma coisa, mas em melhor, do que a que deves apagar;
  • Jogos ou serviços que já não usas há semanas ou meses;
  • Ferramentas que usaste para uma ocasião específica.

Se a aplicação preencher um ou mais destes requisitos, não hesites, elimina-a do teu telefone. Até porque eliminar estas aplicações não só vai libertar armazenamento como também vai deixar o teu telefone mais organizado e fácil de controlares. Para fazeres a limpeza digital:

  • Ordena todas as tuas apps por uso: as menos utilizadas podem ser apagadas;
  • Faz a pergunta: se tivesse olhado para esta app hoje, ia instalar? Se a resposta for não, apaga;
  • Avalia quais são as apps realmente essenciais para a tua rotina. As excedentes podem ser apagadas.

O cemitério digital no teu smartphone não aparece de um dia para o outro, constrói-se lentamente, app após app. E, tal como no mundo físico, acumular sem necessidade tem custos. Fazer uma limpeza regular não é apenas uma questão de organização, mas de consciência digital.

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Mónica Marques
Mónica Marques
Ao longo de mais de 20 anos de carreira na área da comunicação assistiu à chegada do 3G e outros eventos igualmente inovadores no mundo hi-tech. Em 2020 juntou-se à equipa do 4gnews.