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Em 2017 celebram-se os dez anos sobre a mais famosa subida ao palco de Steve Jobs, aquando do lançamento do primeiro iPhone. Nesse sentido, já vimos vários rumores que sugerem uma edição especial ou comemorativa do dia em que efetivamente mudaram o mundo e o rumo da tecnologia. Ora, com tanta antecipação a ser depositada no próximo ano faz todo o sentido que os Apple iPhone 7 e iPhone 7 Plus não estejam a atrair tanta procura.

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É certo e sabido que iPhone 7 e iPhone 7 Plus são os melhores smartphones que a Apple alguma vez lançou, estranho era se fossem piores do que os seus antecessores mas, seja como for, podem ter novos esquemas de cor, algum grau de resistência à água, um design mais refinado e elegante, ecrã mais brilhante e até uma câmara mais capaz mas, volto a frisar, é perfeitamente normal ficar aborrecido ou entediado com estes iPhones, seja pelo seu preço ainda mais alto ou pela ausência do factor "Wow".

Desde que o iPhone 7 e iPhone 7 Plus chegaram aos mercados já vimos alguns relatórios que sugeriam uma procura algo "morna" pelos novos smartphones da Apple e mesmo antes, já se vinha a discutir se a Apple já havia atingido o apogeu de vendas e lucros, algo que parece estar a confirmar-se, pelo menos de acordo com a Barron's. Esta fonte relata que várias fábricas e linhas de montagem com base em Taiwan, dedicadas à produção de vários componentes utilizados nos iPhone 7 e iPhone 7 Plus estão a apresentar prejuízos, consequência direta da diminuição da procura pelos novos iPhones.

Aprofundando o assunto, pode ver-se que um total de 19 empresas depararam-se com perdas e apresentaram uma diminuição nos lucros de 0.4% face ao mesmo período de 2015. Entre estas 19 empresas  encontram-se a Foxcon e a Largan Precision, duas das principais cadeias de montagem e produção dos iPhone 7 e iPhone 7 Plus. Ora, apesar de estas conclusões não terem sido apresentadas pela Apple não deixam de ser interessantes.

Como mencionei acima, a diminuição das vendas destes iPhone 7 e 7 Plus podem, pelo menos teoricamente, dever-se ao acumular de antecipação e expectativa para o grande lançamento de 2018. São vários os rumores que apontam características revolucionárias para o iPhone do próximo ano, desde o carregamento wireless (sem-fios) e à utilização de ecrãs OLED. Além disso, o iPhone 7 utiliza o mesmo design há três anos consecutivos e, posto isto, é normal que os consumidores comecem a apresentar sinais de impaciência.

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Por último, socorro-me da opinião do senhor Ming-Chi Kuo, um dos melhores analistas de mercado e uma fonte fiel de informações sobre a Apple. Segundo ele, a quebra nas vendas dos iPhones podem dever-se à ausência de planos para um sucessor do iPhone SE e diminuição geral da procura na China.

Escusado será dizer que esta morna procura pelos iPhone 7 e 7 Plus não significa que a marca esteja em apuros (longe disso) mas será certamente interessante ver como é que esta gigante reage com o lançamento dos iPhones em setembro de 2018. Partilhas desta opinião, será que o iPhone 8 está a ser o grande inimigo dos iPhones presentes no mercado?

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ViaBGR
FonteBarrons

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