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Um número crescente de fabricantes começam a desenvolver o seu próprio hardware. Os líderes do mercado, a coreana Samsung e a norte americana Apple, já contam com uma longa e bem sucedida experiência na utilização de chipsets criados pelos próprios, neste caso os Exynos e os A respectivamente.

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Os motivos da Xiaomi são os mesmos que os das outras empresas acima mencionadas, querer reduzir a sua dependência dos produtos da Qualcomm e MediaTek. E para isso, a fabricante chinesa conta com o apoio da Leadcore. De acordo com o vice presidente da empresa de semi condutores Marechal Chen, as duas corporações pretendem manter uma estreita parceria em todas as três fases, desenvolvimento, patentes e produção do produto final.

Leadcore

Marechal Chen não especificou como será este novo processador que irá alimentar futuramente os Xiaomi, mas ressaltou que a decisão sobre o seu desenvolvimento era inevitável, e que  todos os principais fabricantes de smartphones precisam de uma plataforma própria, não só para se proteger de possíveis interrupções no fornecimento de chipsets como também para diferenciar os produtos dos da concorrência.

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Além disso, o vice presidente de Leadcore negou os rumores em que a Xiaomi tinha obtido o controlo desta empresa, com a aquisição de 51% das acções da fabricante, acrescentando que um terço das acções da empresa ainda são propriedade do estado.

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