Xiaomi Mi 11 Ultra: apesar do preço, não está no TOP 10 de melhores ecrãs

Bruno Coelho
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O Xiaomi Mi 11 Ultra é um dos smartphones mais poderosos e arrojados a ser lançado em 2021. O smartphone chegou também à Europa como o mais caro de sempre da linha Mi, da Xiaomi, podendo ser adquirido por valores a rondar os 1199 €.

E se noutros pergaminhos até pode ser melhor que smartphones que custam valores semelhantes, o ecrã parece não ser um deles. Segundo a DxOMark, a qualidade do painel encontrada no Xiaomi Mi 11 Ultra não chega para o colocar no TOP 10 do ranking global de ecrãs num smartphone.

Xiaomi Mi 11 Ultra fica-se pelo 12º lugar no ranking de ecrãs

Nesta tabela, o Xiaomi Mi 11 Ultra amealhou 87 pontos, figurando à data de escrita deste artigo no 12º lugar. Isto coloca-o atrás de smartphones lançados em 2020, como o OnePlus 8 Pro (88) ou o Apple iPhone 12 Pro Max (88).

Pontuação do Xiaomi Mi 11 Ultra no ranking de ecrãs de smartphone da DxOMark
Pontuação do Xiaomi Mi 11 Ultra no ranking de ecrãs de smartphone da DxOMark

Acaba por ficar um pouco distante da liderança da tabela onde encontramos o Samsung Galaxy S21 Ultra, com 91 pontos. O Mi 11 Ultra mostra melhorias face ao antecessor, mas é nos pormenores que acaba por perder.

Os contras do ecrã do Xiaomi Mi 11 Ultra:

  • A adaptação da imagem sob luz muito forte pode alterar a fidelidade de renderização da imagem.
  • Detalhes escuros são difíceis de perceber ao assistir a conteúdo em HDR10.
  • A falta de suavidade é percetível ao navegar numa página da web e na galeria.
  • O zoom na app da galeria não é preciso.

Os prós do ecrã do Xiaomi Mi 11 Ultra:

  • O brilho do vídeo é adequado, especialmente em conteúdo HDR10.
  • As cores são bastante precisas, no geral.
  • O dispositivo oferece uma legibilidade aceitável na maioria das condições testadas.
  • O efeito de “aliasing” em jogos é bem gerido.

Como sempre, deves olhar para esta classificação como mais um barómetro na hora de adquirir um novo smartphone.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.