The Last of Us: Parte II quer provocar desconforto nos jogadores, diz guionista

Bruno Coelho
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A segunda parte do The Last of Us tinha inicialmente lançamento agendado para 21 de fevereiro de 2020. No entanto, o seu lançamento foi recentemente adiado para 29 de maio, daquele que é dos títulos mais aguardados do próximo ano.

O primeiro The Last of Us é dos exclusivos PlayStation com mais sucesso. A violência é parte integrante de uma saga que pretende consciencializar para este tema, criando desconforto nos jogadores. As palavras são de Halley Gross, uma das argumentistas, em entrevista à revista oficial da PlayStation.

Cada inimigo terá um nome para criar empatia com os jogadores

No fundo, o que a produtora Naughty Dog pretende é que a introdução da violência crie desconforto nos jogadores. Um exemplo disto mesmo é que cada inimigo que mates no jogo vai ter um nome, e os amigos dele vão chorá-lo.

“Carregar a cruz da violência”, é uma forma de te fazer criar empatia pelos personagens. Isto porque qualquer cão que mates vai ter um nome, e os donos dele vão dizê-lo assim que o abatas.

“Por um lado queremos desenvolver empatia, mas também subir a parada em relação à Ellie”, afirma Halley Gross. Isto porque as reações chegarão tanto de Ellie como dos NPCs que vão sendo encontrados.

O novo The Last of Us é descrito como uma história sobre o ciclo da violência

“Em última análise, esta é uma história sobre o ciclo da violência, certo? Mas além disso, é conversa sobre os efeitos que um trauma sistemático pode ter na alma”, rematou.

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O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Ultimate Team é o seu atual saco de boxe, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.