Reparar o ecrã do Galaxy S10 custa quase tanto como comprar um novo

Bruno Coelho

Espero que estejas sentado na hora de ler este artigo. Os smartphones de gama alta não são apenas dispositivos caros na hora da sua compra. Com componentes premium, vem um custo associado. Tanto na hora da compra, como numa avaria ou qualquer outro azar que possas ter. E, com respeito ao Galaxy S10, não vais querer que ele caia ao chão.

Vamos analisar os Galaxy S10. O modelo S10e começa nos 779€; o modelo S10 sobe para os 929€ e o S10+ começa nos 1039€. Tem em conta que estes são os preços dos modelos base, que sobem consoante os upgrades. Segundo as últimas informações, repará-los custa praticamente tanto quanto comprar um novo.

Reparar o ecrã do Galaxy S10 custa tanto como comprar um novo

A informação é oficial e é partilhada pela Samsung no mercado chinês. Para reparar um ecrã partido do S10e, os consumidores terão de desembolsar 5350 iuanes - qualquer coisa como 703€. Os custos de reparação sobem para 847€ no S10 e 932€ no S10+. Obviamente, no nosso mercado este preço terá mais sal.

Como é óbvio, isto são preços para os Galaxy S10 que tenham passado a garantia ou tenham tido algum acidente (não coberto pela mesma). Se um seguro, por ano, anda à volta de 149€ no modelo S10+, resta saber quanto o terás de pagar de franquia se acionares o mesmo.

Reparar o ecrã do Galaxy S10 custa tanto como comprar um novo

Se o sensor ultrassónico avariar, tens de trocar todo o display do S10

Percebendo as especificidades do ecrã da linha S da Samsung, percebemos os seus custos de reparação. O chamado Infinity-O com o buraco no ecrã explica tais valores. Além disso, o sensor biométrico ultrassónico está embutido no ecrã. Logo, se algo corre com o sensor, todo o ecrã terá de ser trocado.

Estes são custos para a China, mas não é de estranhar que os valores não difiram muito em território luso. Aliás, se um azar acontecer e tiver de se abrir os cordões à bolsa, mais vale adquirir um dispositivo novo. Por isso, se comprares um Galaxy S10 protege-o bem. Ou o arranjo vai pesar-te na carteira.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Ultimate Team é o seu atual saco de boxe, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.