LeEco terá colocado o edifico da sua sede em Pequim à venda

Carlos Oliveira
LeEco
A situação financeira da LeEco agrava-se cada vez mais

A LeEco, anteriormente conhecido como LeTV, é uma construtura de smartphones chinesa que em tempos prometeu muito para o mercado onde se insere. Esta empresa lançou para o mercado vários smartphones com uma relação qualidade/preço fantástica.

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Durante muito tempo os negócios da empresa chinesa pareciam ir de vento em popa. Importa relembrar que a LeEco chegou a expandir-se, de forma oficial, para o mercado dos EUA, algo que, na altura, foi lido como um bom presságio para uma eventual chegada oficial à Europa.

As dificuldades financeiras da LeEco são cada vez maiores, com um passivo que ascenda já aos 3 mil milhões de dólares

Todavia, as coisas não correram tão bem quanto seria de esperar, com a empresa a ver-se obrigada a desistir deste grande mercado mundial. As dificuldades financeiras enfrentadas pela empresa são cada vez maiores, tendo até chegado ao ponto de admitir que deixariam de prestar serviço pós-venda aos seus equipamentos.

Bem, se a situação da empresa já não se encontrava muito boa há já bastante tempo, as informações de hoje indicam que as coisas vão de mal a pior. Segundo relatos oriundos da china e difundidos pelo site Techonode, a LeEco terá colocado à venda o edifico da sua sede situada em Pequim.

Aquele que é o principal ponto de referência desta empresa ocupa uma área total de 20.000 metros quadrados. Segundo as informações conhecidas, a LeEco estará a solicitar 211 milhões de dólares pela propriedade.

Esta manobra desesperada terá sido levada a cabo para tentar colmatar as várias dívidas que a empresa possuiu. Estima-se que o passivo da LeEco ronde, atualmente, os 3 mil milhões de dólares. Portanto, a concretização desta venda será apenas uma gota no oceano de dívidas em que a empresa se encontra mergulhada.

Contudo, a venda deste edifico poderá não ser tão fácil quanto a mesma desejaria. Ao que parece, este edifico foi já hipotecado pela sua subsidiária Leshi Holdings, pelo mesmo valor que agora está a ser requisitado pela sua compra.

Aquela que inicialmente começou a sua atividade como uma espécie de Netfilx chinesa está agora a caminhar a passos largos para o término da sua atividade. É uma pena que a LeEco se encontre atualmente nesta situação. Em tempos a mesma prometeu muito para o mercado tecnológico.

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Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
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