iPhone 13 mini continua a desiludir na autonomia. Mas porquê?

Bruno Coelho
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O iPhone 13 mini foi lançado em 2021 como uma verdadeira raridade no mercado de smartphones. Oferece a potência de um verdadeiro topo de gama num ecrã de 5,4” polegadas.

Mas esse tamanho e a bateria diminuta de 2406mAh fazem com que não seja um portento em autonomia. Assim o comprovam os testes feitos pela DxOMark, onde conseguiu uns muito modestos 62 pontos.

The @Apple #iphone13mini is well optimized and has excellent discharge efficiency, but because of its very small #battery and 20W charger, it can't offer much in the way of autonomy and charging.🔋 The #DXOMARK #review: https://t.co/rB4huyjYl8#apple #iphone13series pic.twitter.com/zMMh2JQ12y

— DXOMARK (@DxOMark) 10 de janeiro de 2022

Esta pontuação coloca-o no 13º. lugar do ranking premium, atrás do Samsung Galaxy S21 (63). No ranking global o tombo é maior, já que se fica apenas pelo 46.º lugar. E a DxOMark explica porquê.

Embora o iPhone 13 mini tenha recebido um incremento de 9,5% de capacidade de bateria face ao iPhone 12 mini, isso dá-lhe apenas 3 pontos a mais neste ranking. O consumo noturno é uma mais-valia, mas a autonomia geral é pobre.

Pontos fortes da bateria do iPhone 13 mini

  • Dispositivo extremamente eficiente
  • Consumo noturno bem administrado
  • Boa experiência de carregamento sem fios

Pontos fracos da bateria do iPhone 13 mini

  • Pouca autonomia geral
  • Baixa eficiência de carregamento

O equipamento conseguiu 25 horas de uso intenso (7 horas ativo) nos testes. Em uso moderado, consegue 41 horas de autonomia, com 4 horas de atividade. Já em uso leve, os testes dizem que consegue chegar às 59 horas de autonomia com 2h30 de atividade.

Se queres um smartphone verdadeiramente compacto, o iPhone 13 mini é o melhor e mais poderoso que encontras no mercado. Mas a autonomia continua a não ser um dos seus pontos fortes pela limitação de tamanho e espessura.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.