Google Pixel
Pixel, o novo smartphone da Google

Já faz tempo que o motor de busca mais famoso do mundo apresentou os seus novos Google Pixel, os primeiros smartphones em nome próprio. Corria o mês de outubro e, desde então, a Europa continua sem sinal do único equipamento capaz de fazer frente ao iPhone da Apple.

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Nós portugueses estamos bem habituados aos iPhone’s e Galaxy’s e pouco mais. Ávidos de boas pechinchas, o português não é muito exigente quanto ao seu smartphone. Tem que ser bonito, não pode ser lento e de preferência que tire boas fotos.
Se o orçamento não for problema, a escolha recai indubitavelmente sobre o iPhone. Temos sempre alguns fãs do Android que preferem os equipamentos da Samsung, especialmente da linha Galaxy S e uns quantos entusiastas da Huawei.

   

Esta é a realidade que tantas vezes observei em múltiplas lojas físicas e pontos de venda das operadoras. iPhone é sempre a primeira escolha, apesar de por vezes a carteira obrigar à escolha de um Huawei P9 Lite ou de um Galaxy A3/A5.

A Google tinha, no mercado europeu e mesmo no mercado brasileiro, uma oportunidade de ouro. Aliás, de acordo com o Filipe Alves, residente no Reino Unido, o Google Pixel e Google Pixel XL são a nova moda entre os consumidores britânicos, um tradicional bastião da Apple.

Não entendo o porquê de tanto a atraso em chegar aos mercados europeus, nada de Google Pixel na França, Alemanha, Espanha, Itália, Grécia, Portugal, etc. Porquê? Estará a Google sem fundos para encomendar mais uns quantos lotes do Google Pixel? Pois, não me parece!
O Google Pixel e Pixel XL, apesar de não terem qualquer indício evidente, são fabricados pela HTC, uma construtora perfeitamente capaz de abastecer o mercado europeu com unidades suficientes e podemos também excluir a falta de fundos por parte da Google. Certo?

Estará o Google Assistant a reter o Google Pixel?

A Google já não tem desculpas para não vender o seu Pixel e Pixel XL em território luso. Nos Estados Unidos e Reino Unido podemos comprar sem qualquer problema um destes equipamentos. Em Portugal só através de revendedores e aí o preço sobe…

Só consigo chegar à conclusão de que este atraso na chegada aos vários mercados europeus se prende com o desenvolvimento do Google Assistant. Perfeitamente funcional em inglês, o assistente virtual da Google ainda precisa de meses ou anos de trabalho para que possa ser útil nos demais idiomas europeus.

Google Pixel
Google Pixel, nem em preto, nem em branco, nem mesmo em Azul

Contudo, já passaram mais de 3 meses desde o lançamento do Google Pixel e Pixel XL, demorará assim tanto a tradução do assistente virtual para outros idiomas? Estará a Google com receio de se aventurar na Europa?

Uma coisa é certa, à medida que o tempo passa veremos novos topos de gama com especificações ainda mais potentes como o Qualcomm Snapdragon 835 (processador), 8GB de memória RAM e tantos outros números gordos, ao passo que a Google continuará uma desconhecida no mercado dos smartphones em território europeu.

Perdoem-me o desabafo mas esta questão já há muito me que me estava a incomodar e continuo sem conseguir encontrar uma causa, uma resposta para este mistério dos Google Pixel desaparecidos.

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Quando não está a escrever um artigo ou a gravar algum vídeo, o Bacelar tem por hábito saborear um bom livro, descobrir novas bandas sonoras ou simplesmente desfrutar do sol, na companhia de quem mais gosta (MM).