Death Note Anime
L, Light e Ryuk, da esquerda para a direita, em Death Note

Já não é a primeira vez que escrevo um artigo sobre Anime na 4gnews. Death Note será apenas mais um. Depois de Boruto ou Dragon Ball Super, com Attack on Titan pelo meio, e muitas mais a seguir, chegou a vez de Death Note.

Este é um anime que conheci há pouco tempo. Na transição do primeiro para o segundo semestre deste ano, na faculdade, perguntei a um amigo – esse sim, apreciador nato – o que recomendaria. As condições é que fosse algo curto e espetacular, no seu conteúdo. Ora, Death Note foi a sua escolha. Eu, como nunca tinha visto, nem fazia ideia do que fosse, aceitei de bom grado e vi.

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Este anime tem, na sua totalidade, cerca de 37 episódios cuja média de duração é de vinte minutos mais qualquer coisa. Bem, não será preciso dizer que mais do que satisfazia a primeira condição para que aceitasse a proposta que me tinha sido sugerida. O que faltava? Uma história impressionante e apaixonante, independentemente do porquê da mesma.

E o que posso dizer, para ti leitor, que, das duas uma: ou nunca viste Death Note e não sabes o que perdes, ou então já viste, provavelmente há bastante tempo, e recordas com saudade? Que é incrível. Dentro daquele que é o estilo desta série, pouco ou nada igual vi.

Contudo, passemos ao que realmente interessa. De que se trata afinal? Bom, a história remonta ao Japão, como é óbvio. Light Yagami é a personagem principal e, no início de toda a história, um rapaz altamente inteligente que faz uma vida semelhante à de todos os rapazes e raparigas da sua faixa etária, até um dado momento.

Death Note é o anime obrigatório para quem procura algo bom para ver mas não quer ter de assistir 700 episódios…

Esse momento é aquele em que, num certo dia, vê caído no chão um caderno que desperta a sua curiosidade logo pela capa, que tem escrito “Death Note”. Ora, ao olhar para ele, instintivamente, Ligth abre-o e é aí que tudo começa. O protagonista começa por ler um conjunto de regras que estão no interior do caderno para aqueles que o usarem.

Por um lado, duvida de tudo o que está a ler pois é totalmente contraditório com aquilo que pensa ser lógico mas, por outro lado, desperta uma curiosidade enorme por perceber, até que ponto, o que nele está escrito é verdadeiro. Afinal, o caderno tem como função o seguinte: ao escrevermos o nome de alguém numa página sua, então essa pessoa morrerá.

No caderno poderá especificar-se até como morrem essas pessoas, onde e quando. Ou, em caso contrário, nada será dito e elas acabarão por morrer de ataque cardíaco quarenta segundos depois.

Bom, depois do primeiro teste, que poderia ter sido um mero acaso – o que Light imaginava -, o mesmo volta a experienciar a veracidade de caderno. Contudo, aos poucos, as mortes oriundas de nomes escritos no Death Note acabaram por se tornar em algo habitual.

O protagonista pensa, por isso, que poderá trazer paz ao mundo através das suas ações. Como? Matando todos aqueles que, por serem delinquentes de alguma forma, deverão ser punidos por isso. E é o que faz, de facto. Com efeito, começa a olhar para os restantes como seres inferiores e começa a ser denominado por esses como Kira, o Deus que salvaria a humanidade da maldade que lhe está associada.

Bem, concorde-se ou não, até aqui, tudo era perfeito para Light. Continuava a ser o excelente aluno que vinha sendo desde sempre, a sua vida nada mudara e, ao mesmo tempo, desempenhava as funções de Kira. No entanto, num dado momento, devido ao elevado e insólito número de mortes, abre-se uma investigação.

Um anime que, por mais anos que ganhe, não ficará de todo desatualizado. É isto que se pode chamar um sucesso, Death Note…

E é aí que, numa dada altura, entra a personagem que muitos adoram, até mais que o protagonista do anime. L é o detetive que, a partir de um certo momento, se apodera da investigação e é aí que se inicia toda a magia de Death Note. A batalha mental, os clássicos mind games, vivem-se de uma forma que só poderia acontecer numa série como esta e não na realidade.

L defende que o que Kira está a fazer é incorreto e tenta apanhá-lo a todo o custo. Todavia, Kira é alguém tão esperto e inteligente como o detetive e, dessa forma, fica mais difícil fazê-lo. A partir daqui, os episódios vão-se desenrolando e, à medida que se vê um deles, só se quer ver o seguinte, e o que vem a seguir, etc, etc.

Concluindo, e não dizendo muito mais do que se passará no anime pois merece mesmo ser visto, há que frisar que, não é por não ser real – com pessoas ou seres vivos -, que Death Note é menos que outra série qualquer que dá na televisão ou que tem o ator A ou B.

E mais, para quem gostar de algo relacionado com Crime e Drama, é uma aposta garantidamente boa. Não é, de forma alguma, saturante e, infelizmente, no final, parecerá pouco para tão bom que é.

Não é por acaso que este anime tem uma classificação de 9,0 numa escala de 10 no site IMDb. Por isso, se não o viste já sabes. Vem daí conhecer Light, Ryuk, L e companhia. Valerá a pena com certeza. Já agora, só por curiosidade, não é por nada mas os Shinigami gostam de maçãs.

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