O ecrã é, na maioria dos telemóveis, o componente que mais bateria consome. Há definições que o fazem trabalhar mais do que precisas e muita gente nunca lhes mexe.
A parte boa é que não precisas de instalar aplicações nem abdicar minimamente de qualquer funcionalidade (de desempenho) do teu telemóvel.
Brilho automático desligado
Se ajustas o brilho à mão, é fácil deixá-lo alto durante o dia e esquecer-te de baixar à noite. O brilho automático faz esse trabalho por ti.
No iPhone, está nas definições de Acessibilidade. No Android, costuma estar em Ecrã, como "Brilho adaptável".
Taxa de atualização no máximo
Os ecrãs de 90 ou 120 Hz tornam tudo mais fluido, mas gastam mais energia. Se não notas a diferença, reduzir para 60 Hz ajuda.
No Android, procura "Suavidade do movimento" ou "Taxa de atualização" em Ecrã. No iPhone com ProMotion, podes limitar a taxa em Acessibilidade, na secção Movimento.
Tempo de bloqueio demasiado longo
Se o ecrã fica aceso um ou dois minutos depois de o largares, está a gastar bateria sem ninguém olhar para ele. Baixar para 30 segundos chega para a maioria das pessoas. No iPhone: Ecrã e luminosidade, Bloqueio automático. No Android: Ecrã, Tempo limite do ecrã.
Ecrã sempre ligado
A função que mostra a hora e as notificações com o telemóvel bloqueado é prática, mas consome bateria de forma contínua.
Se a usas pouco, desliga-a. Desde o iPhone 14 Pro que se encontra em Ecrã e luminosidade. No Android, costuma estar nas definições do ecrã de bloqueio.
Modo escuro só se o ecrã for OLED
Num ecrã OLED, os píxeis pretos ficam desligados, e por isso o modo escuro poupa bateria. Num ecrã LCD, não faz grande diferença.
Se não sabes qual tens, procura o modelo do telemóvel no site do fabricante.