Analistas não acreditam num sucesso de vendas do iPhone 6S

Filipe Alves

iPhone 6 4gnews

Já aqui falamos de várias teorias de analistas, algumas dessas teorias corretas, outras não podiam estar mais erradas, mas no geral, temos sempre uma ideia daquilo que poderá acontecer, é o mesmo que prever o tempo, lá por a meteorologia dizer que vai dar sol, não quer dizer que não hajam umas gotas de chuva aqui e ali.

Desta vez analistas da empresa KGI desenvolveram a teoria que o iPhone 6S poderá não não ter o mesmo alarido do seu antecessor iPhone 6. A apresentação do iPhone 6S é esperada para dia 9 de Setembro e o seu lançamento a dia 18 do mesmo mês, segundo informações de leaks e rumores o iPhone 6S terá a tecnologia Force touch como nova característica e uma câmara fotográfica alegadamente superior.

Os analistas crêem que esta nova tecnologia de Force Touch, não chegará para atrair os fãs às lojas da maça trincada e fazer o seu cartão deitar fumo. Honestamente como utilizador do iPhone 6, não penso em comprar o iPhone 6S se as diferenças forem apenas essas.

Os analistas alegam ainda que devido aos problemas no mercado Chinês neste momento, o iPhone não venderá tanto como os 75Milhões de unidades que foram vendidos o ano passado. Isto não quer dizer que os analistas prevêem o desastre do iPhone 6S, acredito que referem que não será tão chamativo quanto o iPhone 6 foi.

O iPhone 6 relembro, foi o terminal mais vendido da Apple, o smartphone que finalmente aumentou o ecrã para 4.7"polegadas teve uma aceitação maior do que se imaginava e por muito que se falasse de bendgates ou hairgates, nada impediu a Apple de facturar milhões com o terminal.

Como disse o iPhone 6S será lançado em Setembro logo depois da IFA e teremos garantidamente assuntos interessantes nos próximos tempos.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.