Alemanha proíbe smartwatches destinados a crianças

Filipe Alves
Alemanha proíbe smartwatches destinados a crianças
Smartwatches para crianças tem os dias contados na Alemanha

Os smartwatches já não são uma novidade no mercado tecnológico. Quem é que não gosta de ter as notificações do smartphone no pulso? Ou então saber quantas calorias queimaste no fim do dia?

Mas os smartwatches não são feitos apenas para adultos. Um segmento em forte crescimento são os relógios inteligentes para crianças. Em certos pontos são bastante interessantes. De uma forma simples, consegues saber onde é que a tua criança está simplesmente seguindo a localização via GPS que o relógio emite.

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Existem smartwatches para todos os gostos e feitios destinados a crianças, mas tal como nos produtos para adultos, quanto mais características tiver o produto, mais caro é.

Tens relógios que remotamente consegues ativar o microfone ou até a câmara, assim sendo, conseguimos imaginar que estes relógios são um atentado à falta de privacidade. Embora seja apenas uma criança e a finalidade seja protegê-la o governo alemão não acredita que este seja o método correcto.

Smartwatches para crianças, seguros ou não?

O governo da Alemanha decidiu proibir a venda dos smartwatches destinados a crianças de forma a as proteger de empresas que podem não guardar os dados de forma segura.

A "Federal Network Agency" decidiu que os relógios oferecem demasiadas informações das crianças e que em certas situações podem ser facilmente hackeadas, por isso mesmo, decidiram banir tais produtos das prateleiras.

Não sabemos até que ponto é que este tipo de medida poderá ser replicada por outros países, contudo, consigo perfeitamente entender a razão por trás desta nova lei. Embora seja uma medida drástica é uma questão de segurança face pequenos humanos que ainda não se conseguem defender.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.