Xiaomi: CEO revela grande objetivo da marca

Bruno Coelho
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A Xiaomi é uma das fabricantes chinesas com maior crescimento fora de portas nos últimos anos. Veja-se que já é a marca mais vendida no segmento mobile em Espanha, e em Portugal prepara-se para abrir a sua 6ª loja física.

Mas a verdade é que isso fez com que e empresa perdesse algum fulgor no seu mercado interno, a China. Aí reinam marcas como a Huawei que tem um futuro indefinido, e a Xiaomi quer manter-se à espreita.

Xiaomi quer focar-se cada vez mais no mercado interno (China)

Para Lei Jun, CEO da Xiaomi, o mercado chinês deve passar a ser “mais importante”. Com uma Huawei em cheque, a Xiaomi quer ser uma das responsáveis por promover os produtos chineses.

Lei Jun, CEO da Xiaomi
Lei Jun, CEO da Xiaomi

O executivo não mencionou diretamente a Huawei, mas referiu a importância de usar cada vez mais componentes chineses nos equipamentos. Isto porque depender de empresas externas torna a situação mais complicada caso essa “fonte” seque.

Olhando para o cenário, a Xiaomi quer assim focar-se cada vez mais no seu mercado interno e em promover os produtos locais. Até porque globalmente a empresa vai de vento em popa.

Recorde-se que a Xiaomi é uma das fabricantes mais populares de smartphones. Mas o espólio da empresa vai muito além disso, com destaque para os seus smartwatches, smarbands, trotinetes ou produtos inteligentes para a casa.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Football Manager e o cinema são dois dos seus escapes, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.