
Já falta pouco para recebermos o Xiaomi 17 na Europa e embora as previsões para o seu preço sejam animadoras, o mesmo não podemos dizer da sua bateria. Uma nova fuga de informação vem confirmar que a versão global deste smartphone terá uma bateria menor que a versão chinesa.
Xiaomi 17 chegará à Europa com uma bateria de 6330 mAh
A confirmação da capacidade da bateria do Xiaomi 17 chega com a partilha de um documento aparentemente oficial com as especificações do Xiaomi 17. Aí é possível ler que este equipamento contará com uma bateria de apenas 6330 mAh.
O documento partilhado no X pelo leaker Sudhanshu Ambhore vem assim confirmar os receios dos utilizadores. A tendência de smartphones chineses chegarem à Europa com baterias menores que as versões chinesas também se abaterá sobre o novo topo de gama da Xiaomi.
Importa recordar que o Xiaomi 17 foi apresentado na China com uma bateria de 7000 mAh. Isto significa que o smartphone chegará à Europa com uma redução de sensivelmente 10% na capacidade da sua bateria.
Ainda assim, há uma boa notícia. As velocidades de carregamento não serão alteradas, o que significa que o Xiaomi 17 chegará à Europa com carregamento de 100W por fio e 50W sem fios.
De igual modo, também as restantes especificações do Xiaomi 17 não serão modificadas na sua versão global. Continuará a usar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, terá 12GB de RAM; até 512 GB de armazenamento e três câmaras de 50 MP.
Porque os smartphones chegam à Europa com baterias menores?
Se nos segues sabes bem que a redução na capacidade das baterias dos smartphones vindos da China é recorrente. Assim sendo, é muito provável que te questiones porque isso acontece.
Esta tendência tem que ver com as leis em vigor na Europa e nos EUA. Nestes mercados, a legislação para a capacidade de baterias com uma única célula é mais apertada, obrigando as marcas a fazer concessões para poder vender os seus equipamentos intencionalmente.
Além disso, quanto maior for a capacidade da bateria, maiores serão os custos de envio do smartphone para os nossos mercados. Por isso, esta redução na capacidade das baterias tem que ver com imposições legais e gestão dos custos de envio dos equipamentos.
