Todos os Kindle lançados este ano têm bateria que o utilizador pode trocar, o que se enquadra nas regras europeias sobre baterias e no direito à reparação.
Para um e-reader já famoso pela autonomia, é uma promessa de longevidade ainda maior. Os novos modelos chegaram no início do mês, e as atenções foram quase todas para o corpo em alumínio.
Há numa página nova no site da Amazon, intitulada Guia da Bateria do Amazon Kindle, a explicar como funciona a verificação da saúde da bateria.
O texto não afirma claramente que a bateria é substituível, mas a lógica aponta para isso; não faria sentido avisar o utilizador sobre o estado de uma peça que ele nunca poderia mudar.
Num Kindle novo, o caminho é Definições, Opções do dispositivo, Bateria e Informação da bateria.
O que é possível analisar?
O ecrã indica se o estado é normal, se a capacidade está limitada, o que significa que a bateria se aproxima do fim, ou se foi detetada uma bateria incompatível, sinal de que há uma peça não original instalada e a Amazon desaconselha o uso.
A ferramenta está disponível em todos os Kindle de 2026, do modelo básico ao Paperwhite, passando pelas edições Kids e pelo Colorsoft.
Segundo o Good E-Reader, os novos Kindle de plástico abandonaram as estruturas coladas dos antecessores.
Assim, a tampa traseira solta-se com a unha ou uma espátula, e a bateria fica presa por quatro parafusos Philips.
Nos modelos de alumínio o trabalho exige um pouco mais já que é preciso uma chave sextavada (como aquelas que acompanham os produtos da IKEA) para retirar dois parafusos na base, e depois a bateria sai a direito.
O firmware ainda inclui códigos QR que encaminham para guias oficiais e peças de substituição.