Estamos a pouquíssimas horas do lançamento da série Galaxy S26 da Samsung. No entanto, ainda há tempo para mais um rumor: e este pode gerar alguma preocupação.
As etiquetas energéticas da União Europeia (UE) para os novos modelos já começaram a circular. E, apesar de mostrarem melhorias na eficiência energética do Galaxy S26, há um detalhe que salta à vista: a saúde da bateria a longo prazo poderá ser inferior à da geração anterior (via Ytechb).
Galaxy S26 vs Galaxy S25: menos ciclos de carregamento?
Na prática, isto pode ser um problema.
Quem compra um Galaxy S26, até a avaliar pelo preço, está normalmente à procura de um smartphone duradouro. A própria Samsung promove vários anos de atualizações, incentivando uma utilização prolongada.
No entanto, segundo as etiquetas da UE, a diferença face ao Galaxy S25 é significativa.
Estamos a falar de:
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Galaxy S25: 2000 ciclos de carregamento
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Galaxy S26: 1200 ciclos de carregamento
Ou seja, quase metade.
A partir desse número de ciclos, espera-se que a bateria desça para menos de 80% da capacidade original.
(Nota: um ciclo de carga corresponde ao carregamento completo da bateria e ao respetivo esvaziamento.)
Se estes dados se confirmarem, a degradação química da bateria poderá acontecer mais rapidamente do que na geração anterior.
Autonomia e eficiência energética do Galaxy S26
Apesar da possível redução nos ciclos, as etiquetas energéticas da UE colocam toda a série Galaxy S26 com classificação A, o nível máximo de eficiência.
Em termos de autonomia média estimada:
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Galaxy S26: até 51 horas, bateria de 4.175 mAh
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Galaxy S26 Plus: até 55 horas, bateria de 4.755 mAh
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Galaxy S26 Ultra: até 55 horas, bateria de 4.855 mAh
Ou seja, no papel, a autonomia continua forte, só resta perceber como se comportará ao fim de vários anos de utilização.
Resistência e reparabilidade da nova geração
Ainda em termos de durabilidade, os novos smartphones da Samsung contam com certificação IP68, o que significa resistência à água e ao pó.
Por outro lado, receberam classificação C em reparabilidade nas etiquetas europeias. Isto indica que a substituição de componentes é considerada moderadamente difícil.
Faltam poucas horas para a apresentação oficial da série Galaxy S26. Até lá, estes dados das etiquetas energéticas levantam uma questão importante: será que a nova geração sacrifica longevidade de bateria em troca de eficiência?
A resposta final só deverá surgir após os primeiros testes independentes.