Redmi 8 com processador Snapdragon 439. CEO explica porquê

Bruno Coelho
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A Xiaomi lançou o Redmi 8 envolto em alguma polémica junto dos utilizadores. Isto porque a marca decidiu lança-lo com o processador Snapdragon 439, depois de o Redmi 7 ter chegado com o Snapdragon 632.

Estamos a falar de um processador menos poderoso, mas o CEO da Redmi fez questão de justificar a razão desta escolha. Segundo este, a marca fez um questionário antes do lançamento do smartphone, a perguntar que funcionalidades eram mais importantes para os utilizadores.

Segundo os resultados, o mais importante para estes foi: bateria, experiência leve e rápida, e uma boa qualidade de construção. Segundo Lu Weibing, a marca decidiu focar-se nestes pontos no novo dispositivo.

Bateria é o foco do Redmi 8

Assim, este chegou com bateria de 5000mAh, USB tipo C, e suporte para carregamento rápido de 18W. A versão de 2GB de RAM foi cancelada, e foi adicionado o Mi Turbo 2.0 e melhor limpeza de memória.

Quanto ao processador, a marca adverte que este consegue uma performance bastante similar à do conhecido Snapdragon 625. A publicação mostra mesmo os resultados no AnTuTu de ambos. O CEO da Redmi diz que tal acontece por este ser um processador de 12 nanómetros e ter o novo Mi Turbo.

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Snapdragon 625 e Snapdragon 439 com performance similar no AnTuTu

No final das justificações, Weibing acaba por dizer que quem ficou preocupado com a performance deve optar pelo Redmi 7 ou Redmi Note 8. E que quem quer melhor bateria deve optar pelo Redmi 8. Ainda assim, não deixa de ser interessante que este acabe por aconselhar o modelo anterior.

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O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Ultimate Team é o seu atual saco de boxe, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.